Sobe para 9 o número de mortos em atentados contra jornais na Nigéria

Explosões em Abuja e Kaduna atingiram redações do ‘ThisDay’ e ‘The Sun’.
Até os ataques simultâneos, imprensa nunca tinha sido alvo no país.

 

Subiu para ao menos nove o número de mortos, incluindo um terrorista suicida, em consequência de dois atentados praticados contra dois jornais nesta quinta-feira (26) na Nigéria, um na capital Abuja e outro em Kaduna, no norte do país.

Algumas horas depois, outra bomba explodiu em uma estrada ao sul de Kaduna, deixando três feridos, informou uma autoridade dos serviços de emergência.

Em Abuja, uma explosão atingiu o edifício que abriga a redação e o setor gráfico do diário nacional “ThisDay”, um dos mais influentes do país.

Edifício do jornal ThisDay em Abuja foi alvo de atentado (Foto: Gbemiga Olamikan/AP)Edifício do jornal ‘ThisDay’ em Abuja foi alvo de atentado (Foto: Gbemiga Olamikan/AP)

À noite, o jornal “ThisDay” informou em um comunicado que o atentado deixou cinco mortos: um agente de segurança, três passantes e o terrorista suicida.

O suicida detonou seu veículo depois de ter sido autorizado a entrar no edifício, que ficou fortemente danificado. Cinco funcionários do “ThisDay” também ficaram feridos.

Em Kaduna, uma das grandes cidades do norte do país, de maioria muçulmana, uma bomba explodiu fora de um edifício onde estão as redações de vários jornais, como o “ThisDay” e outro de tiragem nacional, o periódico “The Sun”.

“Há quatro mortos e 19 feridos”, segundo uma autoridade dos serviços de emergência.

Kaduna foi cenário de outro atentado com carro-bomba em 9 de abril, no domingo de Páscoa, que deixou pelo menos 41 mortos perto de uma igreja.

A porta-voz do Departamento de Estado americano, Victoria Nuland, condenou “firmemente” esses atentados e considerou que esses ataques atentam contra “a liberdade de expressão”.

Policiais no local da explosão de carro bomba nesta quinta-feira (26) em Abuja, na Nigéria (Foto: AFP)Policiais no local da explosão de carro bomba nesta quinta-feira (26) em Abuja, na Nigéria (Foto: AFP)

Até agora, a imprensa nunca tinha sido alvo de atentados na Nigéria, país mais populoso da África com 160 milhões de habitantes.

Um porta-voz da Polícia indicou que um suspeito havia sido detido, suposto membro do grupo islamita Boko Haram, que as autoridades acusam de ter matado cerca mil pessoas em atentados desde meados de 2009.

Este movimento reivindicou vários atentados violentos nos últimos meses. Ele é considerado responsável pela autoria de ataques quase diários com explosivos ou armas de fogo, também no norte do país.

Um porta-voz desta organização ameaçou recentemente a imprensa, assegurando que as autoridades utilizavam os jornais para difundir informações contra o grupo.

O presidente nigeriano, Goodluck Jonathan, que está em viagem à Costa do Marfim, condenou esses atos “imundos” em um comunicado, e pediu aos jornalistas que “não se deixem intimidar”.

Fonte: Globo.com

Postado por Mario Lira – assessoria de imprensa

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Presidente da África do Sul se casa pela sexta vez em cerimônia zulu

Polígamo, Jacob Zuma está casado com quatro mulheres ao mesmo tempo.
Prática gerou críticas no país assolado pela corrupção e pela desigualdade.

 

 

O polígamo presidente sul-africano Jacob Zuma se casou pela sexta vez nesta sexta-feira (20), em uma cerimônia zulu chamada de “Umgcagco”, em sua casa em Nkandla.

Vestido com as tradicionais peles de leopardo, o presidente sul-africano se casou com sua noiva Bongi Ngema, que namorava havia anos.

Aos 70 anos, Zuma se converte assim em marido de quatro mulheres simultaneamente e reativa a polêmica sobre seus hobbies e estilo de vida como chefe de Estado.

Ngema será sua quarta esposa, já que Zuma se divorciou de uma delas e é viúvo de outra.

Jacob Zuma e sua noiva Bongi Ngema durante a cerimônia nesta sexta-feira (20) em Nkandla (Foto: Reuters)Jacob Zuma e sua noiva Bongi Ngema durante a cerimônia nesta sexta-feira (20) em Nkandla (Foto: Reuters)
Jacob Zuma durante a cerimônia, em foto divulgada pela presidência (Foto: Reuters)Jacob Zuma durante a cerimônia, em foto divulgada pela presidência (Foto: Reuters)

O casamento será o terceiro de Zuma em pouco mais de quatro anos e o segundo desde sua chegada ao governo, já que a Constituição autoriza a poligamia no âmbito do direito dos costumes, embora o direito comum não a reconheça.

Na África do Sul, o anúncio de seu novo casamento foi recebido sem entusiasmo por uma opinião pública desencantada diante do comportamento de vários veteranos da luta contra o apartheid, pelos casos de corrupção e pelo aumento das desigualdades.

O casamento foi anunciado pela imprensa com títulos irônicos. “Zuma se casa… outra vez”, apontou um jornal. “Esperamos que seja a última”, disse outro.

“O maior problema com seus casamentos é que o contribuinte paga uma parte dos gastos”, criticou um editorial do jornal “The Sowetan”, além de denunciar a mensagem “pouco exemplar” enviada em um país onde as relações sexuais com muitas pessoas facilitaram o caminho para uma epidemia de Aids.

“É como se enviasse uma mensagem de: ‘façam o que eu digo, mas não o que eu faço'”, afirmou o jornal. “É difícil ver como poderá dar aos seus filhos a atenção que precisam”, sustentou, e acrescentou que “seu comportamento pode dar a impressão de que se interessa mais pelo prazer do que por governar o país”.

A presidência tentou evitar a polêmica em um comunicado no qual afirmou que o presidente pagará a festa com seus próprios recursos.

A nota também informou que “as esposas não são remuneradas pelo Estado” e que os gastos da educação de seus filhos não sairiam dos cofres públicos.

No entanto, o comunicado não impediu a polêmica. Em um país onde 40% da população vive em uma pobreza indigna das esperanças nascidas há 18 anos com a queda do apartheid, o ritmo de vida do presidente fere o sentido comum.

“A linha oficial é que não custa mais caro o fato de que o presidente tenha várias esposas, mas se olharmos os números a fatura aumentou”, comentou Lucy Holbron, diretora de pesquisas do Instituto Sul-Africano para as Relações Raciais.

Fonte: Globo.com

Postado por Mario Lira – assessoria de imprensa

 

Elefantes em busca de revanche aterrorizam povoados do sul da África

MAPUTO, 18 Abr 2012 (AFP) -Manadas de elefantes furiosos estão aterrorizando vários povoados de Moçambique perto da fronteira com o Zimbábue (sul da África), atacando a população, devastando as colheitas e semeando o pânico entre os estudantes, denunciou nesta quarta-feira o jornal estatal Noticias.

“Estamos recorrendo a métodos tradicionais para tentar afugentar os animais, mas em vão, porque quando o fazemos estes monstros desaparecem por poucos dias e quando voltam não nos deixam em paz”, disse ao jornal um fazendeiro dos arredores, Joseph Maithe. “Parece que voltaram em busca de revanche”, acrescentou.

Os moradores do povoado de Mucumbura se queixam de que vivem em estado de sítio devido aos elefantes, que danificam suas plantações, indica o jornal.

Revelam que as crianças da zona vivem aterrorizadas porque no caminho para a escola temem cruzar com os animais, que recentemente pisotearam um professor, deixando-o ferido.

Segundo as autoridades, entre as soluções possíveis ao conflito entre humanos e elefantes figura a criação de uma reserva na região, afastando os agricultores das rotas migratórias dos elefantes e instalando água potável para que as pessoas não tenham que compartilhar seus pontos de abastecimento de água com os animais.

“O governo não pode matar os animais porque criaria um desequilíbrio no ecossistema”, explicou o governador provincial Alberto Vaquina.

Boa parte da fauna de Moçambique ficou dizimada durante a brutal guerra civil que terminou há duas décadas após 16 anos de conflito. Em anos recentes, o governo tentou recompor as espécies afetadas com a esperança de impulsionar o turismo que havia se afastado de suas famosas praias.

Fonte: Globo.com

Postado por Mario Lira – assessoria de imprensa

 

Rei da Espanha é alvo de críticas por caçar elefantes na África

MADRI, 15 de Abr (Reuters) – O rei da Espanha, Juan Carlos I, é alvo de fortes críticas neste domingo pela imprensa local por ter participado caça de elefantes em Botswana num momento de forte crise econômica em seu país.

 

A imprensa divulgou os custos da viagem e criticou a falta de transparência da Casa Real, três meses após ter prometido apresentar suas receitas por um caso de corrupção envolvendo o enteado do rei.

 

A viagem real da semana passada teria permanecido secreta se Juan Carlos não tivesse tropeçado em um degrau e fraturado uma costela. O rei acabou tendo de ser transferido de maneira emergencial para Madri para realizar uma cirurgia.

 

Na semana passada, Juan Carlos cancelou uma reunião com o primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, porque ele já teria partido para Botswana, segundo jornais espanhóis.

 

“Foi uma viagem irresponsável, no pior momento possível”, afirmou o jornal El Mundo em editorial. “A imagem de um monarca caçando elefantes na África num momento em que crise econômica cria tantos problemas para os espanhóis é um exemplo muito ruim”, emendou.

 

Muitos jornais e canais de televisão divulgaram uma imagem do rei ao lado de um elefante morto em 2006, numa viagem similar a Botswana, em 2006.

Fonte: Globo.com

Postado por Mario Lira – assessoria de imprensa

 

Goóc disponibiliza produtos com o objetivo de auxiliar ações do Adus – Instituto de Reintegração do Refugiado – Brasil

A Goóc, inspirada pela cultura e pela história do povo Vietnamita, desenvolveu a produção de sandálias, papetes e outros calçados com solado de borracha reciclada de Pneus. Os produtos foram com o objetivo de auxiliar as ações do Adus – Instituto de Reintegração do Refugiado em prol dos refugiados residentes em São Paulo. Ou seja, ao adquirir algum dos produtos o valor arrecadado será destinado integralmente às ações realizadas pelo Adus em prol dos refugiados.
Para visualizar as imagens dos produtos disponíveis para compra e seus respectivos preços, acesse o link abaixo:
Você poderá pagar o valor do produto de duas formas: 1) depósito em conta corrente, nas seguintes contas: Banco do Brasil: AG: 1815-5 – C/C: 26949-2 ou Banco Bradesco: AG 0126-0 – C/C: 0090710-3. Para o caso de alguém desejar fazer DOC, segue CPF: 070774216-19. 2) pagamento á vista, no momento da entrega do produto.

Por favor, informe o nome do modelo do produto que quer adquirir. O produto será entregue em sua residência, pessoalmente. Indique o endereço para entrega. Faça parte você também dessa campanha e ajude-nos a transformar a realidade de milhares de refugiados, apoiando o trabalho realizado pelo Adus.

Ajude na divulgação desta ação, encaminhe esta mensagem para seus contatos.
Maiores Informações:
Marcelo Haydu
Diretor Executivo
Adus | Instituto de Reintegração do Refugiado – Brasil
Phone: +55 11 8805 9326
E-mail: marcelo.haydu@adus.org.br
Skype: marcelo.haydu