2016 deve ser o ano da migração e do multilateralismo

“2016 deve ser o ano da migração e do multilateralismo”

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Afirmação é do representante especial do secretário-geral da ONU para Migração Internacional; Segundo Peter Sutherland, o mundo está enfrentando uma crise política, econômica, moral e social intimamente ligada” à questão migratória.

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York.

O representante especial do secretário-geral da ONU para Migração Internacional, Peter Sutherland, afirmou nesta sexta-feira, em Genebra,  “este é o ano da migração e do multilateralismo”.

Segundo Sutherland, “se não for, deveria, pois o mundo está enfrentando uma crise política, econômica, moral e social intimamente ligada” à questão migratória.

Benefícios

O representante especial declarou que migrantes trazem benefícios significativos às comunidades que os abrigam.

Ele ressaltou ainda que “os 10 países com menor crescimento populacional no mundo estão na Europa”.

Refugiados

Sutherland destacou que o Líbano, a Jordânia e a Turquia estão abrigando uma “enorme proporção da população global de refugiados”.

Ele lembrou que “mais de 2 milhões estão na Turquia, onde o primeiro-ministro confirmou a intenção de conceder permissões de trabalho” .

Nesta sexta-feira, a Organização Internacional para Migrações, OIM, alertou que 374 pessoas morreram neste ano tentando atravessar o Mar Mediterrâneo.

Segundo a agência parceira da ONU, entre 1º de janeiro e 4 de fevereiro 74.676 migrantes e refugiados chegaram à Europa em embarcações que saíram da África ou do Oriente Médio.

Fonte: http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2016/02/2016-deve-ser-o-ano-da-migracao-e-do-multilateralismo/#.VrpoAvkrLIU

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“Trilhas da Cidadania” transforma São Paulo em sala de aula para imigrantes

Aprender um novo idioma é um dos maiores desafios que o imigrante enfrenta, independente de sua origem ou destino. Sem a capacidade de se comunicar, atividades corriqueiras do dia a dia se tornam problemáticas e dificultam a inserção e adaptação dos recém-chegados a um país e cultura diferentes da materna.

Enquanto o poder público em geral ainda carece de estrutura básica para atender essa demanda, diversas entidades e projetos da sociedade civil assumem a tarefa de ensinar a língua portuguesa para os imigrantes. Outros ainda aproveitam as aulas para mostrar também um pouco da cultura e de como funciona o Brasil.

Um exemplo de iniciativa que vai além das aulas de português é o projeto Trilhas da Cidadania, fruto da parceria entre a ONG Cidade Escola Aprendiz, Caritas Arquidiocesana de São Paulo e a Editora Moderna. O objetivo é apoiar a integração de imigrantes e solicitantes de refúgio por meio do ensino da língua portuguesa e de aspectos gerais do país.

Crédito: Rodrigo Borges Delfim
Aula do Trilhas da Cidadania, no Museu de Arte Sacra. Crédito: Rodrigo Borges Delfim

“Temos um foco particular em língua portuguesa, cultura brasileira e como funciona a sociabilidade na cidade de São Paulo”, explica o educador Felipe Bueno, que está à frente da atual turma do Trilhas da Cidadania. “É um curso curto, que tem uma carga grande de vocabulário e gramática para sua duração [em torno de quatro meses]. Mas dá para ver que eles estão se apropriando lentamente”, completa.

Criado em agosto de 2012, o projeto está em sua quarta edição – iniciada em agosto último e que deve ser concluída no final de novembro. A Caritas é a responsável por selecionar e encaminhar os alunos para o projeto – as aulas acontecem três vezes por semana em uma sala cedida pelo Museu de Arte Sacra de São Paulo.

A turma atual é composta por alunos da Nigéria, Síria, Camarões e Iraque. Migrantes de outros países, como Senegal, República Democrática do Congo, Serra Leoa, Espanha, Peru, Sri Lanka, Haiti e Libéria também já passaram pelo Trilhas da Cidadania nos últimos dois anos – a seção de autobiografias do blog do projeto traz alguns desses perfis.

Aprendendo com o cotidiano

O sistema de ensino do Trilhas da Cidadania consiste em combinar atividades em classe com percursos pela cidade. Dessa forma, além da língua portuguesa, o aluno também fica conhecendo mais do local em que está vivendo (espaços culturais, pontos históricos e locais de referência). Com isso, promove-se não apenas a consolidação do aprendizado do idioma, mas também permite uma melhor adaptação cultural dos recém-chegados à cidade.

Uma parte das atividades agendadas e preparadas têm como origem certas demandas dos próprios alunos, combinadas com ideias do educador. “Esta turma, por exemplo, é bastante interessada em História do Brasil”, conta Bueno.

As aulas são todas em português, embora sejam usadas intervenções bem pontuais em inglês para evitar dispersão dos alunos com seus idiomas maternos (como o igbo entre os nigerianos, e o árabe, com sírios e iraquianos).

Migrantes de ontem e de hoje, frente à frente. Crédito: Rodrigo Borges Delfim
Migrantes de ontem e de hoje, frente à frente.
Crédito: Rodrigo Borges Delfim

Para outras informações consultar:

“Trilhas da Cidadania” transforma São Paulo em sala de aula para imigrantes

http://trilhasdacidadaniablog.wordpress.com/

Fonte:

“Trilhas da Cidadania” transforma São Paulo em sala de aula para imigrantes

Profissionais da saúde de Moçambique em perigo

Profissionais da saúde de Moçambique em perigo

Médicos moçambicanos que fizeram greve em Janeiro são alvo de processos disciplinares

Médicos moçambicanos que fizeram greve em Janeiro são alvo de processos disciplinares

Miguel Martins/RFI

O Presidente da Associação Médica de Moçambique, Jorge Arroz, confirmou hoje que vários médicos e outros profissionais da saúde – que tinham aderido à greve lançada em finais de 2012, princípio de 2013 – estão agora a ser alvo de processos disciplinares.

A denúncia já tinha sido feita pela Liga dos Direitos Humanops, mas agora foi o próprio Presidente da Associação Médica de Moçambique quem a veio confirmar : Há profissionais da saúde que estão ser alvo de processos disciplinares, por terem aderido a uma greve, iniciada no fim do ano de 2012, e que se prolongou até ao início de 2013.
As queixas começaram já a chegar ao Tribunal Administrativo, numa tentativa de impedir o andamento desses processos. O correspondente da RFI em Maputo, Orfeu Lisboa dá -lhe mais pormenores.

http://www.portugues.rfi.fr/africa/20130910-profissionais-da-saude-de-mocambique-sofrem-processos-disciplinares

Presidente egípcio busca acordo com juízes para encerrar protestos

O presidente do Egito, Mohamed Mursi, se encontra hoje com integrantes da Corte Suprema em busca de uma solução à crise aberta na quinta-feira passada com a publicação do decreto presidencial que ampliou os poderes do chefe de Estado. O texto gerou uma onda de protestos no país.

Mursi tentará um acordo com a Suprema Corte nesta segunda-feira. O judiciário egípcio está em greve, em sinal de adesão à contestação popular gerada pelo decreto. O presidente também vai negociar com as formações políticas de oposição, que já anunciaram que o diálogo só poderá ser retomado após a abolição do decreto.

O texto polêmico estabelece que as decisões do presidente não poderão ser contestadas na justiça até a adoção de uma nova Constituição. Mursi já acumulava os poderes executivo e legislativo desde a sua eleição, em junho passado, e esse decreto é interpretado como um grave retrocesso no processo de democratização do país, após três decadas de ditadura militar. Segundo os magistrados, a decisão é um ataque sem precedentes à independência do poder judiciário.

Jornalistas egípcios se reuniram neste domingo, na praça Tahrir, no Caire, para protestar contra o decreto presidencial.
REUTERS/Asmaa Waguih

Nesta segunda-feira, novas manifestações estão previstas e até mesmo o movimento que apoia o presidente, a Irmandade Muçulmana, anunciou uma grande passeata para esta terça-feira. A oposição se reunirá na Praça Tahrir, no centro do Cairo, para pedir que o presidente revogue o decreto.

Por causa da tensão política, a bolsa de valores do Cairo recuou mais de 10% desde quinta-feira e perdeu o equivalente a US$ 5 bilhões, mesma quantia solicitada pelo país ao FMI para refinanciar a dívida pública.

Desde sexta-feira, o Egito registra manifestações contra o texto, algumas violentas, nas principais cidades do país. Comitês do partido da Irmandade Muçulmana foram incendiados e uma pessoa morreu por causa dos protestos. Os magistrados decretaram uma greve nacional, mobilização nunca antes vista neste país, onde, até 2011, ano da queda do ex-ditador Hosni Mubarak, era proibido fazer greve.

Fonte:http://www.portugues.rfi.fr/mundo/20121126-presidente-egipcio-negocia-fim-da-greve-do-judiciario

Nigeria Boko Haram commander Ibn Saleh Ibrahim ‘killed’

Nigeria’s military has killed a top commander of militant Islamist group Boko Haram in the north-eastern city of Maiduguri, an army spokesman has said.

Ibn Saleh Ibrahim was killed in an exchange of fire with six of his lieutenants, the spokesman added.

An unknown number of civilians are said to have been killed in the crossfire, says a BBC reporter in Nigeria.

Boko Haram, which has killed hundreds of people since 2009, has not commented on Mr Ibrahim’s reported death.

The group’s founding leader, Mohammed Yusuf, was killed by security forces in July 2009.

‘War hero’

Boko Haram is now said to be led by Abubakar Shekau.

Army spokesman Lt Col Sagir Musa told the BBC that Mr Ibrahim was “very close” to Mr Shekau and had a reputation of being “invincible”.

“Yesterday [Thursday], we learned he was in town and we were able to track him in a special operation,” he said.

“There was an exchange of fire and in the process he was killed with six of his lieutenants.”

There has been no independent confirmation of Mr Ibrahim’s role in Boko Haram.

Lt Col Musa said Mr Ibrahim had been responsible for last month’s assassination of retired General Mohammed Shuwa following an order from Mr Shekau.

Gen Shuwa was shot dead at his home in Maiduguri – no group has said it carried out the attack.

Map locator

He is regarded by the Nigerian military as a war hero, and played a key role in crushing Biafran separatists during Nigeria’s brutal civil war in the 1960s.

In a statement, Lt Col Musa said the operation in Maiduguri, supported by armoured personnel carriers and helicopters, was on-going.

Weapons and explosive devices have been recovered, he added.

The BBC’s Abdullahi Kaura in the northern city of Kaduna says residents in Maiduguri told him that the security forces have sealed off four areas within the city – Ngarnam, Bulabulin, Bayan Quarters and Flatari.

This has made it impossible for people to move in and out of the areas, though some managed to flee on Thursday when fighting broke out, he adds.

Military helicopters were circling the suspected Boko Haram strongholds, but no shooting was heard on Friday, our reporter quotes residents as saying.

Residents also told our reporter that during Thursday’s clashes, civilians, including women and children, were killed after being caught in the crossfire.

The number of casualties is not known.

Earlier this month, rights group Amnesty International accused Nigeria’s security forces of carrying out widespread abuses in their campaign against Boko Haram, including extrajudicial killings, enforced disappearances and torture.

The group is campaigning to impose Islamic law across Nigeria.

It has carried out a wave of bombings and assassinations since 2009.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/news/world-africa-20357575

En Côte d’Ivoire, les politiques cherchent des responsables à la crise gouvernementale

La dissolution du gouvernement ivoirien a été décidée mercredi 14 novembre par le chef de l’Etat, Alassane Ouattara. La présidence a justifié la dissolution du cabinet, dirigé par le Premier ministre Jeannot Ahoussou-Kouadio (du Parti démocratique de Côte d’Ivoire, PDCI), par le fait que le groupe parlementaire PDCI et celui d’un petit parti allié aient voté mardi en commission contre un projet de loi sur le mariage présenté par le gouvernement. Alassane Ouattara y a vu une atteinte à la cohésion de la coalition au pouvoir. Au PDCI, comme au Rassemblement des républicains (RDR), on ne reconnaît pas officiellement que la crise est profonde au sein de leur coalition.

« Il y a des hauts et des bas au Rassemblement des houphouétistes pour la démocratie et la paix (RHDP) comme dans toute alliance », admet le secrétaire général du PDCI. Si Alphonse Djédjé Mady se refuse de penser que des débats au Parlement et un vote qui n’a pas abouti au rejet du texte de loi proposée puissent entraîner la dissolution d’un gouvernement, si le secrétaire général en intérim du RDR Amadou Soumahoro approuve la décision du président Alassane Ouattara, en soulignant même que le gouvernement doit démissionner lorsqu’il y a un doute de la cohésion de la majorité, les deux responsables politiques insistent sur l’importance de leur coalition et réaffirment la volonté des uns et des autres de continuer à travailler ensemble.

Le chef de l’Etat ivoirien doit d’ailleurs s’atteler à la formation du prochain gouvernement dès samedi 17 novembre à son retour d’un voyage de trois jours à Rome. Alassane Ouattara rencontrera, dimanche, le président du PDCI, Henri Konan Bédié. Dans l’entourage de l’ancien président ivoirien, on estime qu’il va proposer à Alassane Ouattara de garder le Premier ministre sortant à son poste.

En déplacement à Yamoussoukro hier, Jeannot Ahoussou-Kouadio, qui comme les autres membres du gouvernement dissous expédie les affaires courantes, aurait effectué le voyage dans l’avion présidentiel, une faveur qui ne plairait pas à l’aile anti-Ahoussou du PDCI. Au RDR, on estime en fait que le malaise interne au sein du parti allié est plus profond qu’au sein de la coalition RHDP.

Fonte:http://www.rfi.fr/afrique/20121116-cote-ivoire-ouattara-gbagbo-dissolution-gouvernement

Feira Preta 2012

  1. FEIRA PRETA COMPLETA 11 ANOS E TRAZ COMO TEMA “O PODER DA MULHER NEGRA” 11 a 17 de novembro

    Feira Preta completa 11 anos e traz como tema “O Poder da Mulher Negra”

    A 11ª edição da FEIRA PRETA CULTURAL acontece de 11 a 17 de novembro na Ca…

    sa das Caldeiras (Av. Francisco Matarazzo, nº 2000 ) e comemora o mês da Consciência Negra com o tema “O Poder da Mulher Negra”. O evento é promovido pelo Instituto Feira Preta, em parceria com produtores de moda, dança, gastronomia, cinema, teatro, artes plásticas, fotografia. Shows como Samba da Vela e Fabiana Cozza, Hyldon, Carlos Dafé, Leci Brandão, Os Opalas, e Renegado estão na programação.

    O primeiro dia da Feira Preta será dedicado a uma ação social. A entrada para o evento é uma doação do KIT Natal (1 pacote de fralda + 01 Brinquedo Novo + 01 Kilo de Alimento não-perecível). As doações serão distribuídas para as vítimas das quatro favelas destruídas por incêndios nos últimos meses.

    Cerca de 50 expositores da capital e de outras localidades estão confirmados, entre eles, autores, artesãos, artistas plásticos, estilistas, designers, chefes de cozinha e músicos da cidade e vindos de outros Estados como Rio de Janeiro, Bahia e Minas Gerais. Outra novidade de 2012 é o tema de TURISMO AFRO, em parceria com a CONE e SP Turis.

    A 11ª edição da Feira Preta vai homenagear a Mulher Negra pela sua influência na luta contra a discriminação racial e social e na construção da sociedade Brasileira com contribuições políticas, culturais e sociais. Segundo o estudo Retrato da Desigualdade, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a mulher negra hoje ocupa o último lugar da hierarquia social brasileira. “Apesar de todas as lutas as mulheres negras não perderam a garra e a feminilidade”, explica Adriana Barbosa.

    Com o objetivo de divulgar a contemporaneidade e diversidade da cultura afro-brasileira nas diversas áreas culturais, a Feira Preta faz parte do calendário oficial da cidade e, neste ano, celebra 11 anos de realização transformando a Feira em um Circuito Cultural de uma semana, que abrigará diversas atividades culturais, seminários e oficinas. A proposta da Feira Preta é colocar em pauta a cidade de São Paulo como pólo de produção cultural contemporânea afro-brasileira e criar um roteiro afro para o mês de novembro.

    A programação traz dois dias dedicados ao Seminário de Boas Práticas na Produção Cultural Negra na Perspectiva da Economia Criativa. O tema da economia criativa tem despertado o interesse e a atenção dos setores públicos e privados, é importante a promoção de encontros que abram um espaço de articulação entre gestores, produtores, empreendedores, artistas que atuam na cultura negra e suas redes de criação, produção, distribuição e consumo. É neste sentido, que o Seminário “Economia Criativa – Troca de saberes e Boas Práticas na Produção Cultural Negra” vai procurar garantir para estes protagonistas culturais um espaço aberto de reflexão, para a troca de experiências e, sobretudo, para a visibilidade de boas práticas que no futuro poderão ser replicadas.

    A Feira Preta trará informações sobre roteiros históricos, gastronômicos e culturais da Cidade de São Paulo para os visitantes da capital paulista que prestigiarem a Feira Preta, compondo o Circuito Cultural do mês de novembro.

    As novidades não param por aí. A Feira Preta este ano terá um espaço dedicado a sabores e saberes, a gastronomia africana e afro-brasileira estará presente junto com a sua história. Na Casa das Caldeiras será montado um bistrô com alguns pratos típicos, o público poderá degustar o melhor da iguaria afro e aprender as suas origens.

    A música preta é garantida por artistas, dj´s e bandas dos mais variados gêneros — Hip Hop, Samba, Samba Rock, R&B, Jazz e outros. Cada dia será dedicado a um estilo musical, contando a sua história e o cenário atual.

    Na ocasião, também será montado o espaço “Brinquedoteca”, realizado em parceria com a Ashoka com o projeto geração Muda Mundo, com o qual as crianças poderão desfrutar de diversas atividades lúdicas e interativas. E também um espaço dedicado aos selos e livrarias negras do Brasil, com exposição, venda de livros e tarde de autógrafos.

    No TÚNEL CULTURAL , fotógrafos e artistas plásticos terão suas obras expostas para visitação e para a aquisição das mesmas.

    Segundo Adriana Barbosa, “Muito mais do que um evento cultural, a Feira é resultado de um conjunto de iniciativas colaborativas, coletivas e inclusivas,
    num ambiente de encontro e valorização da cultura e do potencial de mercado desse segmento”. O Instituto Feira Preta ainda realiza outras atividade
    ao longo do ano, como as Pílulas de Cultura, que são encontros de artistas e expositores que trabalham com a temática afro-brasileira, a Preta Qualifica,
    que prepara e capacita os microempresários de negócios étnicos e potenciais empreendedores para participar do evento Feira Preta.

    Programação Feira Preta – 11ª. Feira Preta 2012

    11/NOV – Dom das 13h – 22h

    Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop

    Programa A Cor da Cultura – Nota 10 – Igualdade de tratamento e oportunidades –

    Espaço é Brincando que se Muda o Mundo – Ashoka – Programa
    Geração Muda Mundo –

    Lançamento do Livro Águas da Cabaça – Elizandra Souza

    Show com Ilu Oba de Min convida Leci Brandão

    Tambores do Zé Benedito

    Apresentação Camila e Marquinhos – Samba Rock Gol

    Dj Samuca (Festa Bafafa)

    Dj do Gueto (Angola)

    Dias 12 e 13/NOV das 18h – 22

    Seminário de Boas Práticas na Produção Cultural negra na Perspectiva da Economia Criativa

    12/NOV

    Painel 1 : Modelos de Gestão de Projetos e Empreendimentos Culturais Negros

    Renata Felinto – Cubo Preto

    Conceição Vercesi – Botuáfrica

    Magnu Sousá –Sambistica Produções

    Mediação: Adriano José – Rede Kultafro

    Painel 2: Políticas Públicas , Cultura, Sustentabilidade e Mercado

    Pedro Neto – Campomare Produções

    Prof. Juarez Xavier – Neo Criativa/ UNESP Bauru

    Vera Lucia Benedito

    Mediação: Leno Silva – Rede Kultafro

    13/NOV

    Painel 3: Circulação e Consumo de projetos e produtos culturais

    Prof. Alex Macedo – UFBA

    José Nabor – Revista O Menelick

    Laboratório Fantasma – Emicida/Evandro Fioti

    Marcos Agostinho – MAS Pesquisa

    Mediação: Kelly Adriano – Rede Kultafro

    Painel 4: Mídia Negra

    Paulo Rogério (BA) (Corrêio Nagô)

    Alexandre de Maio – Catraca Livre

    Mauricio Pestana – Revista Raça

    Cori Murray – Revista Essence (EUA)

    Mediação: Luiz Paulo Lima – Rede Kultafro

    Dia 15/NOV Qui – das 13h –22h

    Fotos Samuel Iavelberg

    Artes Plásticas: Jurandyr de Freitas Jr.

    Documentário Zeca o Poeta da Casa Verde – Akins Kinte

    Programa A Cor da Cultura – Mojubá – Beleza

    Jongo do Piquete

    Tambores do Zé Benedito (Arte Garage)

    Roda de Samba com Amigos do João

    Espaço é Brincando que se Muda o Mundo – Ashoka – Programa Geração Muda Mundo –

    Aula aberta de Gafieira com Mestre Ataliba – Cia Alquimista

    DJ Mf

    DJ Orpheu

    Samba da Vela convida Fabiana Cozza e Velha Guarda da Camisa Verde e Branco.

    Dia 16/NOV das 17h – 01H

    Exposição de Artes Plásticas Guilherme Scabim

    Programa A Cor da Cultura – LIVROS ANIMADOS – Menino Nito e Menina bonita do laço de fita

    Lançamento do Site Soul Brasil – Feniks

    Tambores Zé Benedito e Max (DMN)

    Feniks convida: Banda Planubê, Don Negralla (RJ), Lews Barbosa, Sharylaine,

    Laboratório Fantasma Apresenta: Emicida, Rael da Rima, Ogi e Mão de Oito

    Flávio Renegado (BH)

    Dia 17/NOV das 14h – 05h 00

    Documentário “BAILES” – Quilombhoje

    Programa A Cor da Cultura – Heróis De Todo O Mundo

    Aula Aberta de Dança – Academia Dançando na Lua

    Espaço é Brincando que se Muda o Mundo – Ashoka – Programa Geração Muda Mundo –

    Sistema Kalakuta – Festa Afrobeat Coletivo de DJ’s de

    Salvador (BA)

    Tambores Zé Benedito

    Os Capri

    Chic Show

    Musicalia

    Nos Tempos da Soweto – DJ Vivian Marques

    Dj´s Zezão Eventos

    Os Opalas

    Hyldon Convida Carlos Dafé (RJ)

    Informações de Acesso

    Serviço: Feira Preta Cultural – de 11 a 17 de novembro (com exceção do dia 14/nov)

    Local: Casa das Caldeiras – Av Francisco Matarazzo, 2000 – Próximo
    ao Metro Barra Funda em Frente ao Palmeiras e ao Bourbon shopping

    Acesso a portadores de deficiência

    Proibido a Entrada de Menores de 16 anos desacompanhados dos pais ou responsáveis

    *Local sujeito a capacidade de lotação (compre os seu ingresso antecipado).

    Ingressos

    O dia 11 de novembro a entrada será feita pela troca de ingressos pelo KIT Natal: 1 pacote de fralda
    + 01 Brinquedo Novo + 01 Kilo de Alimento não perecível.

    *O Kit Natal será doado para as Favelas da Alba, Moinho, Paraisópolis e Vila Prudente.

    O participante deverá mfazer a sua inscrição antecipada pelo site www.feirapreta.com.br
    (através de um cadastro), imprimir a notificação e levar no dia do evento munido
    de documento original com foto e juntamente com o Kit Natal para fazer a troca
    de ingresso.

    A distribuição será limitada e serão distribuídos apenas 1.000 ingressos, válidos por ordem de
    chegada.

    As Caravanas de outros municípios e estados deverão fazer a sua reserva pelo

    email: adriano@feirapreta.com.br.

    *Só será permitida a entrada no dia 11 de novembro quem fizer a prévia inscrição.

    Ingressos para os dias 15/16 e 17/Nov

    Estudantes: 15,00 Reais (por lote)

    Inteira: 30,00

    Combo: Para os 3 dias (15/16 e 17 nov): 50,00
    Reais (por pessoa)

    Reserva de Caravanas por favor entrar
    em contato pelo email: adriano@feirapreta.com.br

    Passo a passo:

    1 – Enviar
    email de solicitação para reserva de ingressos

    2 – Depósito
    do valor do ingresso em conta Bancária

    3 – Troca de
    ingressos no dia do evento com apresentação do Documento do Responsável pela
    Caravana, juntamente com o comprovante bancário.

    Postos de Venda:

    Vendas Online: Portal do Ingresso: www.portaldoingresso.com.br
    (disponível para venda)

    Lojas Cavalera: (Vendas, a partir do dia 25 de Outubro)

    Zona Norte:

    SÃO PAULO – SHOPPING CENTER NORTE: Travessa Casalbuono, 120, Loja 519 – Vila Guilherme

    Zona Sul

    SÃO PAULO –
    SHOPPING IBIRAPUERA: Av. Ibirapuera, 3103, Piso Moema, Loja 113 – Moema
    SÃO
    PAULO – MORUMBI SHOPPING: Av. Roque Petroni Jr., 1089 Luc 92 Loja B Inferior Morumbi
    SÃO PAULO –
    IPIRANGA – OUTLET: Rua Bom Pastor, 1515 – Ipiranga
    Zona Leste
    SÃO PAULO –
    TATUAPÉ – OUTLET: Rua Dr. Mello Freire, Loja 41/42 S – Tatuapé
    Centro
    SÃO PAULO – SÃO BENTO – OUTLET: Rua São Bento, 216 – São Bento
    ESTACIONAMENTO:
    A Casa das Caldeiras “NÃO” possui estacionamento para visitantes. Recomendamos que o público Vá de Metro e desça na Estação de Metro
    Barra Funda.Ou estacione no seguinte endereço: Unipare: Av. Francisco Matarazzo, 1350 em frente ao Shopping West Plaza.
    Preços:
    De segunda a sexta-feira: 14,00 Reais 12 horas
    Feriado e Final de Semana: 10,00 Reais 12 horas
    Período Noturno: 14,00 Reais
    *Preços praticados para Carro de
    Passeio e Van
    Adriana Barbosa
    Feira Preta

L´AFRIQUE ATTEND UN AGAGEMENT D´OBAMA

Publié le mercredi 7 novembre 2012 04:41
Écrit par Le Potentiel
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Réélu à la tête des Etats-Unis

Dès sa première élection en 2008 comme premier afro-américain à la tête des Etats-Unis, l’Afrique attendait voir le président Barack Obama s’est penché utilement sur son sort. Quatre ans après, elle n’a été servie que par de belles paroles. Cette Afrique « des hommes forts et non des institutions fortes » que le président Obama a dénoncé dans son discours d’Accra est toujours là, très active, semant la désolation dans un continent pourtant voué à un avenir prospère. Réélu pour quatre nouvelles années à la tête de la première puissance économique et militaire mondiale, l’Afrique attend du président américain plus d’actions que de paroles stériles.

 

Le peuple américain vient de renouveler sa confiance à Barack Obama en le portant pour quatre nouvelles années à la tête des Etats-Unis. Pour son dernier mandat à la tête de la première puissance mondiale, Barack Obama a l’occasion de parachever l’œuvre qu’il a commencée en 2008 en invitant les Etats-Unis et le monde à rêver autour de son slogan de campagne : « Yes, we can ». Comme le monde qui a cru en lui, l’Afrique dont il est issu, parce que né d’un père kenyan, a trouvé en Obama un messie pour la sortir du gouffre. Toute l’Afrique avait dès lors les yeux rivés sur l’homme qui trônait désormais à la Maison Blanche.

Quatre ans après, l’Afrique se trouve toujours à la case départ. La présence d’Obama à la tête de la première puissance économique et militaire mondiale n’a rien changé sur le sort pitoyable qui continue à s’abattre dans le continent noir. Peu d’avancées ont été enregistrées sur le terrain de ce que, depuis Accra, le président Obama avait appelé l’Afrique « des hommes forts ». Contrairement au vœu exprimé par le président américain de voir émerger une Afrique « des institutions fortes », le continent noir patauge. Pire, elle régresse aussi bien en termes de développement que de démocratie.

C’est le chantier qui attend le président Obama pendant ses nouvelles quatre années de présidence. Et, des questions ne manquent pas de tarauder les esprits qui se montrent de plus en plus sceptiques à l’action du président Obama.
Est-ce que l’Afrique a encore de raisons de croire en son action ? Sur  le continent, la question fait déjà grand débat.

Sera-t-il à mesure de faire ce qu’il n’a pas pu accomplir en quatre ans de présidence ?
C’est dire qu’en Afrique, la réélection d’Obama ne soulève pas de vagues. Elle ne crée pas non plus de nouveaux espoirs comme ce fut le cas en 2008.  Médusé et presque désabusé, le continent noir observe et attend voir le président américain à l’œuvre.

Nelson Mandela, premier président noir d’Afrique du Sud et icône mondiale de la lutte anti-apartheid, lui avait même écrit que sa victoire en 2008 démontrait que « personne dans le monde ne devrait avoir peur de rêver de changer le monde pour le rendre meilleur ».

A-t-il vraiment rendu le monde meilleur, au moment où  des guerres continuent à ronger le continent noir? Aujourd’hui, quel est le « bilan africain » d’Obama ? Et surtout, qui comprend qu’il ne soit venu qu’une seule fois au Sud du Sahara?

Rallumer la flamme d’Accra

Pourtant, son discours d’Accra avait rallumé un nouveau feu, suscitant en même temps de nouveaux espoirs. Par devoir et surtout pour ne pas se dédire, le président Obama doit faire quelque chose pour le continent noir.

Obama a certes déçu une partie des Africains. Mais l’Afrique ne veut pas qu’il parte. Voilà pourquoi elle salue unanimement sa réélection, convaincre que sans lui, cela serait pire pour le continent qui attend de l’administration américaine sa forte implication pour faire bouger véritablement les lignes et ouvrir de nouvelles pistes pour son développement.

Les nouveaux objectifs du président Obama en Afrique se déclinent en des actions visant à faire progresser la démocratie, la croissance, la paix, la santé et l’éducation.

Fonte: http://www.lepotentielonline.com/

 

A ÁFRICA E O IDDAB PARABENIZAM O PRESIDENTE BARACK OBAMA !

Obama é reeleito para mais quatro anos de governo

Brasília – O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vai governar o país por mais quatro anos. Ele foi reeleito ontem (6) com 303 votos dos 538 nos principais colégios eleitorais. Nos dez estados apontados como decisivos, o republicano Mitt Romney ganhou apenas na Carolina do Norte. Com o lema de campanha“Four More Years!” (Mais Quatro Anos!), Obama venceu uma disputa apertada em uma campanha política considerada a mais cara dos Estados Unidos.

Ao saber do resultado das eleições, embora sem a conclusão de alguns estados, Obama fez um discurso de 25 minutos, no qual prometeu que o próximo mandato será mais bem-sucedido que o atual.  “Nós sabemos, nos nossos corações, que para os Estados Unidos o melhor ainda está por vir”, disse Obama. De forma conciliadora, Romney felicitou o adversário político.

Obama discursou no Centro de Convenções McCormick Place, em Chicago, Illinois. Para uma multidão, o presidente reeleito cumprimentou Romney pela “árdua campanha”. Segundo Obama, sua meta é  “fazer avançar o país”. Acompanhado pela mulher Michelle e pelas filhas Malia e Sasha, ele elogiou a família.

Barack Obama (Valter Campanato/ABr)

“[Reeleito, estou] mais determinado e mais inspirado do que nunca”, disse, acrescentando que “nunca esteve tão esperançoso em relação à América”. Ele citou como desafios a reforma do sistema de imigração, a redução do déficit e as mudanças no Código Tributário.

No final do discurso, Obama recebeu no palco, ao lado da família, o vice-presidente reeleito, Joe Biden, e vários integrantes de sua equipe de campanha. Todos foram aplaudidos pela multidão que acompanhou a saudação do presidente reeleito.

Romney telefonou para Obama parabenizando-o pela vitória. Romney divulgou seu diálogo com Obama. “Demos tudo nesta campanha”, disse o republicano, agradecendo o apoio que recebeu. “A eleição acabou, mas os nossos princípios se mantêm.”

O candidato derrotado disse que deseja felicidades ao presidente reeleito e que rezará  pelo seu sucesso, “em um tempo de grandes desafios para a América”.

Por Renata Giraldi* – Agência Brasil

*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa

Fonte: http://correionago.ning.com/profiles/blog/show?id=4512587%3ABlogPost%3A299950&xgs=1&xg_source=msg_share_post

Tchad : le secteur public entame trois nouveaux jours de grève

 

Tchad : le secteur public entame trois nouveaux jours de grève

Les fonctionnaires tchadiens, en grève depuis trois semaines, réclament une augmentation de leurs salaires.

Les fonctionnaires tchadiens, en grève depuis trois semaines, réclament une augmentation de leurs salaires.

AFP PHOTO/SONIA ROLLEY
Par RFI

Les travailleurs du secteur public tchadien reprennent ce lundi 5 novembre leur mouvement de grève. Ils vont débrayer pour trois jours pour la troisième semaine d’affilée. A l’origine de ce mouvement de colère, une différence d’interprétation d’un accord portant augmentation des salaires. Après deux mois de grève avec service minimum, les travailleurs sont passés à la grève sèche.

Des malades agonisants devant un hôpital fermé, un directeur de service qui s’improvise planton ou encore un homme d’affaires déambulant dans les couloirs d’une administration faute d’interlocuteur pour le renseigner sur son dossier, le Tchad s’apprête à revivre ces images pour la troisième fois.

La faute à une grève sèche de trois jours lancée par l’Union des syndicats du Tchad pour réclamer une augmentation des salaires. Après deux mois de grève avec service minimum, puis un mois de suspension, les travailleurs ont décidé de passer à la vitesse supérieure pour contraindre le gouvernement à discuter des augmentations qu’ils réclament.

Face à la menace de paralysie des hôpitaux et des principaux services de l’administration, les leaders religieux ont proposé mi-septembre une médiation entre les partis. Elle a permis de suspendre la grève pendant un mois, mais n’a rien donné. Il y a dix jours, le Conseil national pour le dialogue social, une structure où siègent plusieurs sensibilités, a repris le dossier de la médiation en main. Mais il n’est pas parvenu à infléchir la position du gouvernement, ni celui des syndicats, dans ce bras de fer qui semble avoir tourné à la guerre d’usure.

Fonte: http://www.rfi.fr/afrique/20121105-tchad-le-secteur-public-entame-trois-nouveaux-jours-greve

Governo de Angola dá início ao seu programa de gestão transparente

Governo de Angola dá início ao seu programa de gestão transparente

A petrolífera Angolana Sonangol é uma das empresas cujas contas foram aprovadas

A petrolífera Angolana Sonangol é uma das empresas cujas contas foram aprovadas

AFP PHOTO / Seyllou

Esta terça-feira em Luanda, numa cerimónia pública as contas referentes a 2011 de 15 empresas públicas foram homologadas pelo governo Angolano no âmbito do programa de gestão transparente que se alicerça sobre a exigência de prestação de contas regulares pelas empresas sob controlo do Estado Angolano.

Das 15 empresas cujas contas foram homologadas, destaca-se a petrolífera Sonangol, bastante referenciada em processos pouco transparentes envolvendo o negócio do petróleo Angolano. Ainda Segundo fontes oficiais, num total de 86 empresas controladas, apenas 60 apresentaram as contas do ano passado e somente 15 de entre elas viram as suas contas confirmadas.

Apesar de se estabelecer este procedimento e de se ter exigido também que as restantes empresas cujas contas não foram aprovadas venham a esclarecer a sua situação junto das autoridades, especialistas económicos têm vindo a expressar dúvidas quanto aos critérios de avaliação das empresas públicas bastante envolvidas em escândalos de corrupção e na sua maioria deficitárias.

Mais informações com Avelino Miguel.

Fonte: http://www.portugues.rfi.fr/africa/20121031-governo-de-angola-da-inicio-ao-seu-programa-de-gestao-transpar

Africa could feed itself, says World Bank

The World Bank has said that Africa’s farmers have the potential to grow enough food to feed the continent and avoid future food crises if countries remove cross-border restrictions on the food trade within the region.\

 

 

According to the World Bank report, the continent would also generate an extra 15 billion euros every year if African leaders can agree to dismantle trade barriers that diminish more regional dynamism.

The report was released Wednesday as ministers from African Union (AU) ministers were meeting at a summit on agriculture and trade in Addis Ababa.

The World Bank is urging African leaders to improve trade to ensure that food can move more freely between countries and from fertile areas to those where communities are suffering food shortages.

About 19 million people are living with the threat of hunger and malnutrition in west Africa’s Sahel region and the World Bank expects demand for food in Africa to double by the year 2020 as people increasingly continue to migrate to urban areas.

The institution’s Vice President Makhtar Diop said Africa has the ability to grow and deliver good quality food to put on the dinner tables of the continent’s families, but hastened to say that this potential is not being realised because farmers face more trade barriers in getting their food to market than anywhere else in the world.

He added that many times borders get in the way of getting food to homes and communities which are struggling with too little to eat.

According to the report, countries south of the Sahara could significantly boost their food trade over the next several years to manage the deadly impact of worsening drought, rising food prices, rapid population growth and volatile weather patterns.

It notes that huge tracts of fertile land, remain uncultivated and yields remain a fraction of those obtained by farmers elsewhere in the world.

The report says many African farmers have been effectively cut off from the high-yield seeds, affordable fertilizers and pesticides needed to expand their crop production and as a result the continent has turned to foreign imports to meet its growing needs in staple foods

Paul Brenton, World Bank’s Lead Economist for Africa and principal author of the report identified export and import bans, variable import tariffs and quotas, restrictive rules of origin, and price controls as other obstacles to greater African trade in food staples.

Creating a competitive environment in which governments encourage private investors and businesses to boost food production is the key challenge for the continent, Brenton claimed.

Last year the World Bank made 830,000 euros-worth of loans available to support agriculture in Africa.

Fonte:http://www.english.rfi.fr/africa/20121026-world-bank-says-africa-could-feed-itself

Parentes de vítimas de ‘Titanic africano’ buscam corpos de mil mortos

Há dez anos, Idrissa Diallo perdeu três de seus filhos no naufrágio do barco Joola, no Senegal, e diz que não descansará enquanto a justiça não for feita. O desastre foi um dos mais graves acidentes marítimos na história mundial, resultando na morte de 1.800 pessoas.

O acidente com o Joola fez mais vítimas fatais do que o do Titanic, em 1912, em que 1.563 pessoas foram mortas. O décimo aniversário da tragédia está sendo lembrado nesta quarta-feira.

”Não tenho raiva porque meus filhos morreram, essa foi a vontade de Deus. Tenho raiva pela maneira como agiram após o acidente”, afirma Diallo, que hoje preside uma associação de parentes de vítimas do Joola.

Com seu filho de cinco anos em seu colo, ele calmamente recorda dos acontecimentos da manhã de 26 de setembro de 2002.

”Eu estava nos Estados Unidos visitando minha família quando recebi um telefonema pela manhã dizendo que o Joola havia afundado e que nenhuma criança à bordo havia sobrevivido. Meus três filhos (com idades de 8, 13 e 15) estavam no navio, retornando de uma visita à avó deles, em Casamance, de onde vem a minha família.”

A província de Casamance, no sul do Senegal, é separada do resto do país pela Gâmbia, fazendo do transporte marítimo a maneira mais fácil de se chegar às regiões ao norte do país e à capital, Dacar.

Maioria de crianças

Naquele dia, somente 64 pessoas das que estavam à bordo da embarcação foram resgatadas com vida.

Os corpos de cerca de mil passageiros, muitos dos quais eram crianças que retornavam a Dacar para o início das aulas, permanecem no navio afundado até hoje.

O navio só tinha capacidade para abrigar cerca de 580 pessoas – um limite que era ignorado regularmente, com centenas de pessoas viajando sem bilhetes.

Mesmo sendo capaz de falar a respeito da tragédia, Diallo, assim como milhares de outros familiares das vítimas, não pôde velar seus mortos.

”Como posso dizer que superei meu pesar se não encontrei os corpos das minhas crianças, se me levou tanto tempo para chegar a acreditar que elas haviam realmente morrido? E o governo se recusa a sequer falar a respeito”, afirma.

Uma das principais exigências dos parentes das vítimas é que o barco possa ser erguido do fundo do oceano, para que os parentes reivindicar os restos de seus entes queridos.

O Joola não foi movido após ter afundado, mas o ministro do Meio Ambiente do Senegal, Haidar El Ali, afirma que o país dispunha de equipamentos para realizar a operação.

Na época do acidente Ali integrava uma escola de mergulho e uma equipe de resgate que, segundo ele, dias após o acidente teria sido capaz de trazer os destroços do navio para a superfície.

Ele afirma que a equipe de resgate ficou aguardando orientações do governo para saber como proceder em relação aos destroços do navio, mas essas instruções nunca vieram.

Assim, o navio foi deixado aonde ele se encontrava, a 18 metros de profundidade da costa de Gâmbia.

Esperança

Diallo afirma que a associação de famílias de vítimas se encontrou com o novo primeiro-ministro senegalês, Abdoul Mbaye, que tomou posse em abril deste ano.

No encontro, os familiares dos que morreram no Joola voltaram a pedir que a embarcação seja retirada do fundo do oceano e que seja construído um memorial em homenagem às vítimas, uma promessa feita a eles por governos anteriores, mas que não foi cumprida.

”Encontremos um caminho para reabrir o caso, agora que o governo anterior não está mais aqui para impedir que a justiça seja feita. Tenho fé que o novo governo nos ouvirá. Eu comentei com o novo primeiro-ministro que uma tragédia pode ser útil a um país, se ela for reconhecida como tal”, afirma Diallo.

Fonte:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/09/120926_titanic_africano_bg.shtml

EU partially freezes aid to Rwanda

European Union follows US and Germany in suspending donor support over fears military is supporting Congolese rebels

M23 soldiers patrol a hill near Bunagana, Democratic Republic Congo. The Rwandan military has been accused of aiding the group Photograph: Michele Sibiloni/AFP/Getty Images


Rwanda
‘s biggest aid donor, the European Union, has partially frozen its financial support to the east African nation, dealing what may be the heaviest blow yet to president Paul Kagame.

The move follows decisions by the United States, Germany, the Netherlands and Sweden to suspend donor support over allegations that the Rwandan military is supporting a murderous rebellion in the neighbouring Democratic Republic of the Congo.

Britain’s position has been more ambiguous: after initially freezing £16m of general budget support to the country in July, it unblocked half that amount earlier this month, a partial U-turn that provoked criticism. The EU’s decision now leaves Britain isolated.

Analysts said the EU had been “dithering” over the issue since a report was published by experts of the UN security council’s sanctions committee alleging Rwandan support for the violent rebel group M23.Kigali vehemently denies the charges.

The EU said it would press on with existing aid projects aimed at Rwanda’s poor, but direct budgetary support of up to €70m (£56m) over six years has effectively been suspended. Overall EU aid to the country is €380m from 2008 to 2013.

“Some new decisions concerning additional budget support have been put on hold,” an EU spokesperson said. “In light of the current conflict in eastern DRC, the EU takes seriously the allegations contained in the report of the group of experts of the UN security council sanctions committee and needs more time to assess these allegations.

“Therefore, some new decisions concerning additional budget support have been delayed pending the clarification of Rwanda’s role in the conflict and its constructive engagement in search of solutions.”

The M23 is led by Bosco Ntaganda, who is wanted by the international criminal court for war crimes It was formed when fighters from an ethnic Tutsi rebel group integrated into the Congolese military in a 2009 peace deal. The six-month uprising has forced 470,000 people to flee their homes.

The Congolese government welcomed the EU’s stand. Atoki Ileka, its ambassador to France and special envoy to the UN, said: “This position gets into line with what many European countries have done so far. It’s a step in the right direction. It is good to put pressure on the Rwandan leadership.”

Civilians are being killed and raped because of a “so-called” rebel movement, he added, and it was vital to find a solution. “The stalemate is on the Rwandan side. The evidence is there. We all know Rwanda is directly supporting a rebellion in the region. There has been interference going on for 15 years and we must put a stop to it.”

report by Human Rights Watch earlier this month accused the M23 of widespread war crimes, including summary executions, rapes and forced recruitment. Thirty-three of those executed were young men and boys who tried to escape the rebels’ ranks, the watchdog said, adding that it had clear evidence that the Rwandan army had deployed troops to directly support M23.

Carina Tertsakian, senior researcher on Rwanda for Human Rights Watch, said: “The EU is one of the biggest donors to Rwanda and this should send a clear signal that the Rwandan military should stop supporting the M23, otherwise Rwanda’s relationship with international partners and friends may be jeopardised. Rwanda still depends heavily on foreign aid for its national budget to it should take this seriously.”

Britain’s failure to hold the line was a mistake, Tertsakian added. “In our view that was strategically counter-productive. It gave the signal that everything was fine. It was premature.”

When the controversial decision was made, Britain claimed that Rwanda deserved credit for engaging constructively in peace talks. “Given this progress, and recognising that the government of Rwanda has continued to demonstrate its strong commitment to reducing poverty and improving its financial management, Britain will partially restore its general budget support to Rwanda,” Andrew Mitchell, the outgoing international development secretary, told parliament.

A source at the department for international development said on Thursday: “The new secretary of state, Justine Greening, will be looking extremely closely at the issue of budget support to Rwanda.”

Last month Kagame, once seen as a darling of the west, castigated donors who cut aid and launched a so-called “dignity fund” to help wean the country off its dependence on outside help. Rwanda relies on donors for about 40% of its budget.

Its foreign minister, Louise Mushikiwabo, responded to the EU cuts on Twitter. “EU suspending ‘new aid’ to Rwanda is either old news or designed to mislead,” she posted. “No such decision has been taken.”

Kagame and Congolese president Joseph Kabila are due to join a UN crisis meeting in New York on Thursday. On Monday Hillary Clinton, the US secretary of state, met both leaders to push for a solution, only for Kabila to make indirect reference to Rwanda’s alleged meddling in his speech before the UN general assembly on Tuesday.

Aid agencies warn that the situation on the ground is worsening and the UN’s refugee agency has called for an additional $40m (£25m) to help those displaced by fighting.

Médecins Sans Frontières reported that its staff now fear for their safety. “It’s alarming that our Congolese colleagues are compelled to join the thousands of people currently displaced in the region,” said Jan-Peter Stellema, MSF’s operations manager. “It’s a strong indication of how fear has escalated, how people believe the situation will go from bad to worse. It also shows the increasing challenge to deliver medical aid to those in need.”

Franz Rauchenstein, head of the International Committee of the Red Cross delegation in Congo, added: “The security in the east of the country has deteriorated further. People in areas where there is a high level of violence are hit very hard. Because the situation is rapidly and steadily worsening, the ability of people to meet their needs is being severely tested.”

Fonte: http://www.guardian.co.uk/world/2012/sep/27/eu-partially-freezes-aid-to-rwanda

Mali : l’envoi d’une force internationale pourrait prendre des mois

Le Mali était au coeur des discussions à New York en marge de l’assemblée générale hier, mercredi 26 septembre. Le principe d’une force d’intervention contre les groupes islamistes du Nord est désormais acquis. Le Premier ministre malien Cheick Modibo Diarra en a fait la demande formelle. C’était une étape essentielle, mais ça ne veut pas dire que l’envoi d’une force sous l’égide de l’ONU est effectif. Le processus devrait prendre encore plusieurs mois avant que des soldats ouest-africains puissent fouler le sol malien.

Un combattant du Mouvement pour l’unicité et le jihad en Afrique de l’Ouest (Mujao) à Gao, le 7 septembre 2012.
REUTERS/Adama Diarra

Prochaine étape : la réunion du Conseil de sécurité des Nations unies. C’est en effet aux quinze membres de donner leur feu vert à une intervention militaire sous l’égide des Nations unies. Au plus tôt, cette réunion pourrait être convoquée la semaine prochaine. Mais il faut avant que la résolution qui sera soumise au vote soit finalisée.

Le texte est rédigé par un pays membre permanent du Conseil, mais il manque encore des précisions sur le mandat de la force qui sera déployée, sur les contingents envoyés, et sur le financement. Jusque-là, les prévisions budgétaires ont été jugées démesurées. On ne sait pas encore quels pays non plus sont prêts à fournir des hommes. Ni quelle partition les partenaires hors Cédéao, tels que l’Algérie ou les Occidentaux, sont prêts à jouer pour venir en appui aux troupes ouest-africaines. A New York, le président français a souhaité que dans les prochaines semaines, la définition de la force africaine soit bouclée.

De quatre à six mois

Une fois définie, la Micema devra être mise sur pied concrètement. Quand il s’agit d’une mission purement onusienne telle que celles déployées en Côte d’Ivoire ou en République démocratique du Congo, il faut en général un délai de trois mois entre le vote de la résolution et l’intervention proprement dite. La Cédéao, moins rodée que l’ONU, devrait en toute logique avoir besoin de plus de temps. De source proche du dossier, on évoque un délai minimum de quatre à six mois pour l’arrivée de la force ouest-africaine au Mali. A moins que la Cédéao tienne aussi à remettre à flot l’armée malienne, censée intervenir en première ligne dans le Nord. Ce qui pourrait prendre, selon certains experts militaires, au moins un an.

 

LES HABITANTS DU NORD RESTENT SCEPTIQUES
« Enfin, le monde s’intéresse à nos problèmes ». Pour Abdehramane Maiga, directeur d’école à Gao, ça n’est pas trop tôt. Il attend avec impatience l’arrivée de troupes de la Cédéao et ne comprend pas l’appel à la prudence lancé par secrétaire général de l’ONU. « Je ne vois pas comment le secrétaire général des Nations unies, qui conseille la prudence, peut regagner l’intégrité territoriale du Mali. Il faut que tout le monde prenne la chose au sérieux. La Chine et la Russie doivent aider la France pour qu’une résolution ferme soit adoptée au Conseil de sécurité. »

Mais pour une partie des populations du nord du Mali, la négociation reste en revanche la meilleure des solutions. Pour cet élu de la région, les conséquences d’une intervention militaire seraient dramatiques : « On est très inquiets parce que si on parvient à une force internationale au Mali, ça va avoir beaucoup de conséquences sur les populations innocentes qui ne sont en rien (engagées) dans cette chose-là, et ça va créer le désordre dans tout le Nord. Ça ne serait pas si facile de gagner ce combat avec des gens bien préparés, et ça serait très long. »

Intervention militaire ou pas, même au sein du Coren, le collectif des ressortissants du Nord, basé à Bamako, cette question fait débat.

Fonte:  http://www.rfi.fr/afrique/20120927-envoi-une-force-africaine-mali-pourrait-prendre-mois

Presidente da Guiné-Bissau prepara Assembleia Geral da ONU

O presidente interino guineense, Serifo Nhamadjo, deslocou-se nesta terça-feira para Abdijã, Costa do Marfim, para se avistar com Alassane Ouattara, chefe de Estado marfinense e líder da CEDEAO. Nhamadjo deve participar em Nova Iorque nos trabalhos da Assembleia geral da ONU.

 Para se tentar por cobro ao isolamento internacional do país as autoridades de Bissau procuram conseguir voz no concerto das nações.

A Assembleia Geral das Nações Unidas, a decorrer nos próximos dias terá, por isso, uma relevância acrescida.

Serifo Nhamdajo, de acordo com uma nota divulgada no passado dia 14, pretende representar a Guiné-Bissau ao mais alto nível na 67a Assembleia Geral e alega ter sido convidado por Johhnie Carson, secretário de Estado adjunto norte-americano para os assuntos africanos.

Uma deslocação prevista para de 26 de Setembro a 1 de Outubro.

Ora Raimundo Pereira, presidente interino deposto, já se encontra em Nova Iorque, cidade aonde se deve deslocar também nos próximos dias Carlos Gomes Júnior, primeiro-ministro derrubado pelo golpe de Estado com a intenção de participarem nesse mesmo fórum.

Carlos Gomes Júnior que formalizou, entretanto, a sua candidatura para a liderança do PAIGC (Partido africano para a indpendência da Guiné e Cabo Verde) com congresso agendado para Janeiro de 2013 em Cacheu, norte da Guiné-Bissau, deve deslocar-se ainda esta semana a Addis Abeba, capital etíope e sede da União Africana,  antes de rumar a Nova Iorque.

Serifo Nhmadadjo, presidente interino guineense, em declarações recolhidas em Bissau por Aliu Candé, em serviço especial para a RFI, explicou as razões que o levaram antes à Costa do Marfim para encontros com chefe de Estado marfinense.

Antes de partir para a Costa do Marfim Serifo Nhamadjo avistou-se ainda com o presidente da Comissão da UEMOA (União económica e monetária da África ocidental).

A harmonização de uma posição internacional sobre a Guiné-Bissau continua a ser adiada após o golpe de Estado de 12 de Abril.

A CPLP, Comunidade dos países de língua portuguesa, continua a exigir o regresso à ordem constitucional.

Uma posição que contrasta com a da CEDEAO, Comunidade económica dos Estados da África ocidental que instaurou as autoridades de transição guineenses.

Cabo Verde, juntamente com a Guiné-Bissau, é o único país lusófono membro dos dois blocos: uma posição desconfortável, como admitiu a Miguel Martins, Corsino Tolentino, investigador cabo-verdiano ligado ao Instituto da África ocidental.

Fonte:http://www.portugues.rfi.fr/africa/20120918-presidente-da-guine-bissau-prepara-assembleia-geral-da-onu

Somalia reacts to new president

The election of Hassan Sheikh Mohamed as the new president of Somalia during an election in the capital, Mogadishu, has been welcomed across the country, particularly in the capital.

Supporters celebrate the victory of newly elected Somali President Hassan Sheikh Mohamud, along the streets of Mogadishu
Reuters/Feisal Omar

His rise to power has also been welcomed in other parts of the country.

Hundreds of Mogadishu residents sent messages of support, but others were less enthusiastic.

Those who opposed it said his election as the president of Somalia was likely to plunge the country into fresh violence.

After the results were announced on Monday night, sounds of gunfire could be heard in Mogadishu , but this is thought to have been celebrations rather than acrimonious gunfire.

Some of the people whom we met said they were hopeful that Hassan Sheikh would be able help the plight of many suffering people across the country:

“Well, I think it is very significant one (the election) and I believe it is [a] milestone for [the]  Somali people in terms of marking a new chapter in Somalia which is a new era of transparent, peace and accountability, so I think it will really mark a significant history for Somalia”.

“Well, as an ordinary Somali, I welcome the election of the new president. I believe that this move is a step taken forward despite the fact that a difficult task ahead of him like dealing with the Islamist insurgents”.

The election of the new president was also welcomed in parts of the centre of the country.
However, the al-Qaeda linked group al-Shebab still controls many southern and central parts of the country, and are likely to cause considerable problems for the new president and government in the coming months.

Fonte:http://www.english.rfi.fr/africa/20120912-somalia-reacts-new-president

 

Demanda por chocolate de luxo gera onda de roubo de cacau em Madagascar

O aumento no caso de roubos de colheitas inteiras de cacau está assustando os fazendeiros da região noroeste de Madagascar, um dos maiores produtores mundiais de cacau de alta qualidade.

Fazendeiros chegam a esconder o cacau embaixo das camas dos filhos

Com isso, o preço também aumentou e intermediários chegam a pagar dez vezes o valor do cacau comum no mercado quando encontram sementes de alta qualidade. Nos últimos anos, o sucesso de marcas de chocolate de alta qualidade elevou consideravelmente a demanda pelo cacau de Madagascar.

Para os fazendeiros da ilha, o aumento da demanda pode transformar vidas, principalmente depois de anos de pobreza. No entanto, as lavouras estão sendo ameaçadas por bandidos armados que agem livremente nas áreas mais remotas, levando estoques e cargas.

Em alguns vilarejos foram levadas cargas que chegam a valer até US$ 1.000 (mais de R$ 2 mil), quantia considerada uma fortuna em um dos países mais pobres do mundo.

Amory, 62 anos, líder do vilarejo de Antanimandririna, um dos locais atingidos pela onda de crimes, conta que os fazendeiros guardavam a colheita em grandes galpões atrás de suas casas.

Mesmo assim, tudo foi roubado.

“Os homens chegaram com armas e ameaçaram os fazendeiros, eles vieram pela floresta e ficamos sabendo de outros incidentes nos vilarejos vizinhos, os estoques foram roubados lá também”, afirmou o fazendeiro.

Polícia

Floren, outro fazendeiro da região, contou à BBC que eles não conseguem proteger o cacau, que os criminosos chegam pela floresta inesperadamente e levam tudo.

“Não há polícia em lugar nenhum. Este é um lugar sem lei e eles podem fazer o que quiserem, estão nos deixando sem meios para alimentar nossos filhos. Eles podem ser pobres, mas estão roubando de homens ainda mais pobres”, disse.

Um policial, falando à BBC sob a condição de se manter anônimo, contou que a polícia tem poucos recursos para controlar as áreas mais remotas, onde a maioria dos criminosos operam.

“Nós não temos armas para proteger estes homens. Não temos nem policiais o bastante ou veículos para patrulhar e o resultado é que os criminosos estão governando as coisas aqui na floresta.”

Segundo John Ferry, presidente da Madecasse, a única companhia internacional que fabrica suas barras de chocolate em uma fábrica em Madagascar, na capital Antananarivo, o cacau precisa ser protegido, pois o setor pode progredir ainda mais e fornecer empregos.

“Os fazendeiros de cacau não estão sendo protegidos. É incrível quando você leva em conta que uma tonelada de cacau aqui pode chegar a US$ 6 mil (cerca de R$ 12 mil).”

“É uma quantia que pode mudar a vida de uma pessoa, então a tentação de cometer um roubo é significativa. Quando o fazendeiro sofre, nosso negócio sofre também – nós contamos com suprimentos frescos do melhor cacau”, afirmou.

De acordo com a pesquisa realizada pelo grupo suíço Small Arms Survey, cerca de um terço de Madagascar se transformou em “Zones Rouges” (ou zonas vermelhas), onde o governo tem pouco ou nenhum controle e os crimes são frequentes.

Muitas das fazendas de cacau maiores agora contam com segurança própria, mas os fazendeiros menores apenas podem tentar esconder o cacau no quarto dos filhos, debaixo das camas. Ou então, comprar armas.

Amory, do vilarejo de Antanimandririna, é um dos muitos fazendeiros que está pensando em comprar armas para defender as lavouras de cacau, apesar de não gostar da ideia.

“Somos fazendeiros. Não deveríamos ter que pegar em armas para viver”, disse.

Fazendeiros menores são pobres e não tem segurança própria (Foto: Navdip Dhariwal)

Pobreza e baunilha

Madagascar é um país marcado pela pobreza e, para piorar, sofre com sanções internacionais impostas depois que o atual presidente, Andry Rajoelina, assumiu o poder com um golpe militar em 2009.

A retirada da ajuda internacional ao país levou muitos a uma situação desesperadora.

Os preços dos alimentos são altos e Madagascar ainda sofre com epidemias de malária e desastres naturais.

E, apesar de o cacau estar em ascensão, o principal produto do país ainda é a baunilha, cuja produção é protegida por lei.

A maior parte da baunilha do mundo vem da ilha.

O produto não pode ser transportado durante a noite e as penas para quem rouba baunilha são severas.

“Acreditamos que o cacau precisa ter esta mesma proteção”, afirmou John Ferry, da Madecasse.

Fonte:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/09/120910_chocolate_roubo_fn.shtml

Deputados da Somália dão início a escolha de presidente

Deputados do Parlamento da Somália deram início nesta segunda-feira à votação para presidente do país, pondo fim a mais de duas décadas de impasse político no país africano.

A votação foi adiada em várias horas devido a testes de segurança sobre os deputados e devido à cerimônia de posse de ex-líderes de milícias regionais que haviam inicialmente sido rejeitados como candidatos.

Um total de 22 candidatos estão concorrendo à presidência, entre eles o atual detentor do cargo, o presidente Sheikh Sharif Sheikh Ahmed, e o primeiro-ministro, Abdiweli Mohamed.

É a primeira vez, em muitos anos, que um presidente da Somália será escolhido dentro do próprio país.

A Somália não conta com um governo central efetivo há mais de 20 anos e sua estrutura política é formada por uma complexa colcha de retalhos de facções políticas.

Fonte:http://www.bbc.co.uk/portuguese/ultimas_noticias/2012/09/120910_somalia_presidente_bg.shtml

A procura de uma solução à crise da Guiné-Bissau

Outras vias devem ser procuradas para solucionar a crise na Guiné-Bissau,  segundo o ex-representante  das Nações  Unidas em Bissau.

Uma delegação da ONU  e  da União  Africana na qual  se integra   João Bernardo Honwana,  director  da segunda Divisão de África do Departamento dos Assuntos Políticos das Nações, avistou-se em Maputo com o Presidente  Armando Gebuza para abordar um desfecho à crise política que afecta  a  Guiné-Bissau desde 12 de Abril de 2012.

Face ao impasse actual na crise bissau-guineense, João Bernardo Honwana sublinhou  nomeadamente, no decurso de uma palestra  no Instituto Internacional de Relações Internacionais de Maputo  que  ” a comunidade  internacional  ainda não foi capaz, até aqui,de fazer aceitar à massa pensante guineense os valores de paz e da democracia, diferentemente   do caso  moçambicano, por  exemplo”, após o acordo de paz em 1992.

Na  sua  qualidade  de porta-voz  da delegação conjunta chefiada por  Joseph Mutaboba, representante das Nações  Unidas na Guiné-Bissau, o  actual director da Segunda Divisão de África do Departamento  dos Assuntos Políticos, realçou  que Moçambique  enquadra-se num périplo através dos países da CPLP para consultas visando  procurar uma solução adequada à crise no Estado africano da África Ocidental.

Fonte:http://www.portugues.rfi.fr/africa/20120907-procura-de-uma-solucao-crise-da-guine-bissau

Novas parcerias das autoridades de transição da Guiné-Bissau

Desde esta quarta-feira e durante três dias encontra-se em Bissau uma delegação de parlamentares da UEMOA, União Económica e Monetária Oeste-Africana.

Serifo Nhamadjo, Presidente de transição da Guiné-Bissau. Liliana Henriques / RFI

Durante estas 72 horas de visita, esta delegação deve avistar-se com o executivo de transição, deputados, partidos políticos bem como representantes da sociedade civil no intuito de se debruçarem sobre a situação do país desde o golpe de estado de 12 de Abril passado.

Esta visita acontece no momento em que as autoridades de transição da Guiné-Bissau acabam de obter apoios financeiros por parte da China mas igualmente do Irão onde o Presidente de transição Serifo Nhamadjo acaba de efectuar uma visita de trabalho.

De regresso a Bissau ao cabo desses três dias de viagem a Teerão, o Presidente de transição da Guiné-Bissau anunciou que o seu país vai usufruir de uma linha de crédito de mais de 20 milhões de Dólares por parte do Irão, tendo sido assinado um acordo geral de cooperação que deveria incidir nomeadamente sobre a área agrícola e a saúde.

Fonte: http://www.portugues.rfi.fr/africa/20120905-novas-parcerias-das-autoridades-de-transicao-da-guine-bissau

 

Dezenas de milhares acompanham funeral de primeiro-ministro da Etiópia

Dezenas de milhares de pessoas participaram neste domingo do funeral do primeiro-ministro da Etiópia, Meles Zenawi, morto em agosto.

Funeral foi transmitido para todo o país ao vivo

A cerimônia ocorreu na capital, Adis-Abeba, e contou com a presença de dezenas de chefes de estado e representantes de vários países.

Entre os presidentes africanos presentes estavam Jacob Zuma, da África do Sul, Omar al-Bashir, do Sudão, Paul Kagame, de Ruanda e o presidente Boni Yayi, do Benin, que atualmente ocupa a presidência rotativa da União Africana.

“Com sua energia, visão e luta para conseguir uma África livre e próspera, o falecido Meles Zenawi… era uma força… da qual a União Africana dependeu nestes últimos dez anos”, afirmou Yayi.

Além de presidentes, africanos, o fundador da Microsoft, Bill Gates também compareceu ao funeral.

O caixão foi acompanhado por dezenas de milhares de pessoas, muitas delas vestidas com camisetas pretas com retratos de Meles. A viúva do primeiro-ministro, Azeb Mesfin, também acompanhou o cortejo da residência oficial até a praça Meskel.

O corpo do primeiro-ministro foi sepultado na catedral de Adis-Abeba.

Zenawi morreu em um hospital de Bruxelas, aos 57 anos, no dia 20 de agosto após meses enfrentando uma doença.

Transmissão

Ao contrário do que tradicionalmente ocorre na Etiópia quando um líder do país morre, desta vez a cerimônia do funeral de Meles Zenawi está sendo transmitida ao vivo e grandes telões foram instalados em cidades e vilarejos do país.

Zenawi se transformou em um nome dominante na região depois de derrubar Mengistu Haile Mariam e tomar o poder na Etiópia em 1991.

Ele também conduziu o processo de liberalização econômica que se deu na Etiópia a partir de então e é apontado como o responsável pelo desenvolvimento e crecimento do país.

No entanto, críticos afirmam que ele conseguiu este desenvolvimento desrespeitando os direitos humanos.

Desde que Zenawi tomou o poder, a Etiópia assistiu ao desmembramento da Eritréia e ao confronto armado com a nova nação independente.

Por duas ocasiões em seu mandato, forças etíopes foram enviadas à vizinha Somália para combater militantes ligados à rede Al Qaeda.

A Etiópia também conta com forças de paz em Abyei, a região fronteiriça reivindicada por Sudão e Sudão do Sul.

Zenawi será substituído pelo vice-primeiro-ministro, Hailemariam Desalegn, de 47 anos, um político pouco conhecido do sul da Etiópia, que vai ocupar o cargo até as próximas eleições em 2015.

Fonte:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/09/120902_funeral_etiopia_fn.shtml

 

Senegal floods uncover ancient artefacts in Dakar

The ancient objects were found in an area where a house is being built

Pieces of jewellery, pottery and iron tools dating back thousands of years have been discovered in Senegal’s capital, Dakar, following recent floods, researchers say.

The discovery was made at a construction site, local academic Alioune Deme told the BBC.

A colleague, Moustapha Sall, stumbled across the items after the rains washed away sand, he said.

The objects could date back between 2,000 and 7,000 BC, Mr Deme said.

‘Perforated shells’

“The exact date will only be known after tests are carried out,” he told the BBC French Service.

Continue reading the main story

“Start Quote

The water washed away the sand and revealed these archaeological objects”

Moustapha Sall

Mr Deme said he hoped the construction site where the discovery was made could be secured, as he wants to carry out more excavations.

“Someone is building a house on the site because in Dakar, people are building everywhere,” he said.

“Maybe we will be lucky enough to learn more about the history of the Dakar area.”

Mr Sall, who like Mr Deme works at Dakar’s Cheikh Anta Diop university, said he came across the objects by chance in the city’s flood-hit Ouest-Foire suburb, AFP news agency reports.

“While visiting the flooded zone, I stumbled upon… pieces of pottery, perforated shells reused as jewellery, iron scoria and small stones including blades which could have been used to cut or carve,” Mr Sall is quoted as saying.

“The water washed away the sand and revealed these archaeological objects.”

He then called Mr Deme, who lives nearby, and the pair recovered the artefacts.

The floods claimed at least 13 lives and and left thousands of people homeless.

Fonte:http://www.bbc.co.uk/news/world-africa-19474531

Jornal Oficial anuncia vitória do MPLA de José Eduardo Santos

Jornal de Angola, órgão oficial do governo, anunciou neste domingo que José Eduardo dos Santos foi reeleito presidente da República após a ampla vitória de seu partido, o MPLA, nas eleições realizadas na sexta-feira. A oposição está recolhendo eventuais provas para denunciar fraudes durante a votação.

O presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, fala com a imprensa após a votação, em 31 de agosto de 2012.REUTERS/Siphiwe Sibeko

“O MPLA é o grande vencedor das eleições gerais de 2012, e tudo aponta para a conquista de uma maioria qualificada superior a 75 por cento dos votos expressos”, escreveu o Jornal em seu site na internet. O texto diz ainda que “o cabeça de lista do partido, José Eduardo dos Santos, é o presidente da República eleito”.

O Jornal escreve que a UNITA confirmou seu status de segunda força política do país e conquistou uma votação superior às eleições passadas, em 2008.

A oposição angola anunciou neste domingo que está recolhendo provas de supostas fraudes cometidas durante a votação. “ A UNITA se prepara para apresentar documentos mostrando que os resultados divulgados pela Comissão Eleitoral Nacional não são iguais aos registrados pelos apuradores nas seções eleitorais”, indicou o principal partido de oposição em seu site na Internet.

“O partido CASA (outro grupo de oposição) se prepara para fazer a mesma coisa e contestar as eleições”, acrescentou a UNITA. “De acordo com os últimos resultados parciais divulgados pela Comissão (CNE), com os resultados de 72,5% dos eleitores, o partido MPLA do presidente José Eduardo dos Santos conquistou 74,1% dos votos durante as eleições de sexta-feira, contra 81% das eleições de 2008”.

A UNITA, que tinha registrado 10% nas últimas eleições, somou desta vez 17,8% e novo partido de oposição, CASA, ficou com 4,7% dos votos. Desde o início do ano a oposição denuncia irregularidades na organização das eleições, a segunda desde o fim da guerra civil no país, em 2002.

Apesar das críticas, a votação de sexta-feira aconteceu sem incidentes. Os angolanos também elegeram 220 membros do parlamento. Segundo a Constituição do país, reformada em 2010, o chefe do partido que ganha as eleições assume a presidência do país. O presidente José Eduardo dos Santos, líder do MPLA, que está no cargo há 33 anos, foi então reeleito. Seu partido dirige Angola desde a independência do país, em 1975.
Fonte: http://www.portugues.rfi.fr/geral/20120902-jornal-oficial-de-angola-anuncia-reeleicao-de-jose-eduardo-santos

MORT DE DIZAINES DE MIGRANTS DANS LE NAUFRAGE D’UNE EMBARCATION

Les corps de 43 migrants désireux de gagner l’Europe dans une embarcation partie de Tripoli ont été retrouvés au large de la Libye, indiquent les médias libyens, qui précisent que les forces de sécurité sont parvenues à repêcher saines et sauves 32 autres personnes.

Selon les premières reconstitutions des faits disponibles, les migrants étaient originaires de plusieurs pays africains, et aucun élément ne permet encore d’indiquer la raison pour laquelle leur embarcation s’est renversée.

La situation des migrants originaires de l’Afrique subsaharienne présents en Libye suscitent de grandes préoccupations pour les organisations humanitaires qui dénoncent les mauvais traitements et les abus qu’ils subissent, surtout les plus faibles.

Il y a quelques jours, l’agence Habeshia pour la coopération au développement, dirigée par père Mussie Zerai, a dénoncé les mauvais traitements et les opérations menées pour rapatrier dans leurs pays d’origine un millier d’Ethiopiens, d’Erythréens et de Somaliens, actuellement détenus dans trois camps de la Libye.

(GB/CN)

Fonte:http://www.misna.org/fr/justice-et-droits-de-lhomme/mort-de-dizaines-de-migrants-dans-le-naufrage-dune-embarcation-31-08-2012-813.html

UNIVERSITIES RE-OPEN AFTER TWO YEARS

After being closed for two years, in the wake of the violent election crisis of 2010-2011, universities reopened today in Côte d’Ivoire, once a flagship landmark education destination for students from for all West African countries. Alassane Dramane Ouattara, as president, will oversee the official opening ceremony of the academic year, but in reality the festivities have already begun last week. Prime Minister Jeannot Kouadio Ahoussou and hids government visited the brand new University buildings dedicated to Félix Houphouët Boigny,  the first president of the post-independence era, in the district of Cocody, in the economic capital of Abidjan.

“It ‘s the rebirth of the Ivory Coast thanks to thinking and culture (…). We need a new elite, “said the chief executive, saying he was” satisfied “with the use of 110 billion CFA francs (about 152 million) invested by the authorities to” give a new face to the university “in Abidjan , Bouaké (center), Daloa (center-west) and Korhogo (north). Students, teachers, administrative staff and parents were asked for ”cooperation, support and respect,” saying he was certain about the University’s “good prospects for growth and development of higher education institutions if peace remains.” In ten months of work more than 2000 buildings have been restored and refurbished and the four universities have been renamed: the one in Abidjan pays tribute to Houphouët Boigny, while that of Bouaké bears the name of President Ouattara.

“Almost every institution will be linked to internet, as well as new technological tools and changes in programs and pedagogy” announced the Minister of University and Research, Cissé Bacongo. Nevertheless, ing to them, many long-standing practical problems have not even been addressed and are likely to jeopardize the proper functioning of the academic year, as has happened in the past with frequent strikes.

Beyond the challenge of teaching quality and adaptation of curricula to the demands of the labor market, the government fears the politicization of universities in the 90′s’by radical student unionism. The Student and School Federation of  Côte d’Ivoire (FESCI), created twenty years ago, controlled all types of sports and socio-cultural propaganda. By the time former President Laurent Gbagbo was installed, in 2000, FESCI had turned into a kind of militia od ’young patriots’ loyal to the head of state. Gbagbo, is facing a trial at the International Criminal Court (ICC).

The Ouattara administration’s ban on trade union activities in schools and universities should contribute to the pacification of the study climate. During the crisis last year, the University of Abidjan, located in one of the areas where fighting has been most intense, was completely looted and damaged, prompting the government to close the campus for a year.

However, the reopening of the universities has not been free from controversy. At first, the authorities announced a sharp increase in tuition fees from 6000 CFA (about nine euros) to 100,000 (152 euros), only to back down in fear of provoking a popular uprising in a country, still recovering from the last crisis; for the academic year 2012-2013, students who enroll will have to pay 30,000 francs (46 euros).

Fonte: http://www.misna.org/en/church-and-mission/69071-03-09-2012-813.html

III SEMINÁRIO NACIONAL CÁTEDRA SÉRGIO VIEIRA DE MELLO

O principal objetivo do projeto da Cátedra projeto é promover a sensibilização, o conhecimento aprofundado e a afirmação destes temas dentre os futuros dirigentes e tomadores de decisão em diferentes esferas da vida social e política. A iniciativa procura também incorporar a temática do refúgio na agenda acadêmica e se propõe a coordenar ações de formação e divulgação junto a órgãos públicos, instituições e ONG’s.

 

PROGRAMAÇÃO (18/09/2012 – Terça-feira; 19/09/2012 – Quarta-feira): http://www.pucsp.br/IIIseminariocatedrasvm/programacao.html 

*INSCREVA-SE!:http://www.pucsp.br/IIIseminariocatedrasvm/inscricoes.html

Fonte: http://www.pucsp.br/IIIseminariocatedrasvm/index.html

Le Rwanda, pays africain le plus densément peuplé, vient d’achever son recensement

« Je me fais recenser car j’ai de la valeur ». Depuis mi-juillet, les autorités rwandaises ont placardé ce slogan sur des panneaux publicitaires de huit mètres sur quatre dans tout le pays. Ils seront bientôt enlevés car le Rwanda a achevé hier, jeudi 30 août, le quatrième recensement national de son histoire. Selon les premières estimations, la population devrait dépasser les 11 millions de personnes en 2012, soit une progression de plus de 26% en dix ans dans ce pays qui est le plus densément peuplé d’Afrique.

Depuis deux semaines, Seth Bayiringire sillonne les quartiers de Kigali. Cet agent de l’Institut national de la statistique du Rwanda (INSR) est chargé de recenser la population. Il est 21 heures ce jeudi soir 30 août, dernier jour du grand comptage national. Et il faut faire vite : « On est en train de chercher bien sûr les ménages qui restent, qu’on n’a pas enregistrés et qu’on doit terminer pour cette nuit ».

Dans le quartier résidentiel de Kimironko, l’agent recenseur et ses collègues finissent par repérer un ménage non recensé. Ils sont dix, trois générations de Rwandais qui attendent patiemment de répondre à des questions concernant leur âge, leur profession, leur patrimoine ou encore leur niveau d’étude. « On va se concentrer sur les études faites, explique Seth Bayiringire. Et maintenant il répond qu’il a terminé le secondaire et après fait trois ans d’université ».

Pour Prosper Mutijima, coordinateur national du recensement, interrogé quelques heures plus tôt, ces questionnaires sont précieux : « On va apporter des informations importantes qui vont orienter les politiques nationales dans le domaine de la santé, de l’éducation, de l’emploi et du logement ».

L’enjeu : offrir des services à la mesure de la croissance démographique soutenue que connaît le Rwanda. Le dernier recensement national au Rwanda remontait à 2002, soit huit ans après le génocide rwandais qui avait fait 800 000 morts selon l’ONU et de nombreux déplacés. Selon les premières estimations, la population serait passée de 8,1 millions en 2002, à plus de 11 millions en 2012. Les résultats définitifs seront connus mi-2013.

Intervenções políticas em dia de reflexão antes das eleições em Angola

A escassas horas da abertura das mesas de voto para as eleições gerais desta sexta-feira em Angola, o dia de reflexão dos eleitores Angolanos foi marcado por múltiplas intervenções políticas.

Esta quinta-feira de manhã, o Presidente da UNITA e candidato às presidenciais Isaías Samakuva voltou a reclamar publicamente o adiamento do escrutínio desta sexta-feira. Por seu lado, o MPLA no poder denunciou o que qualifica de manipulação por parte de sectores da oposição e ameaçou formalizar uma queixa junto da Comissão Nacional de Eleições.

Paralelamente, as imediações da sede da CNE em Luanda foram palco de uma manifestação organizada por cerca de trinta jovens simpatizantes da formação política CASA-CE que pretendiam denunciar irregularidades no processo eleitoral. A manifestação acabou por ser dispersada, o forte dispositivo policial presente no local tendo procedido a detenções.

Refira-se ainda que para além dos três partidos anteriormente citados, outras 6 formações participam no escrutínio deste 31 de Agosto: o PRS, Partido da Renovação Social, a FNLA, Frente Nacional de Libertação de Angola, o Partido Popular para o Desenvolvimento, o Conselho Político da Oposição, a Nova Democracia bem como a Frente Unida para a Mudança de Angola.

O relato desta véspera de eleições gerais em Angola com o enviado especial da RFI a Luanda, Miguel Martins.

Fonte: http://www.portugues.rfi.fr/africa/20120830-intervencoes-politicas-em-dia-de-reflexao-antes-das-eleicoes-em-angola

CONE promove seminário internacional sobre desenvolvimento econômico para afrodescendentes

Secretaria de Participação e Parceria (SMPP), por meio da Coordenadoria dos Assuntos da População Negra (CONE), promove durante o período de 03 a 06 de setembro, o “Seminário Internacional de Desenvolvimento Econômico Para Afrodescendentes no Município de São Paulo”, que será realizado no auditório da Câmara Municipal e na Associação Comercial de São Paulo, ambos localizados no Centro da Capital.

O encontro tem por objetivo ser um ciclo de propostas, nas quais empreendedores, representantes de organizações e sociedade civil terão a oportunidade de discutir sobre o papel do Poder Público e da Iniciativa Privada nas relações com empresários e empreendedores afrodescendentes, além de apresentar experiências positivas.

Temas como o “Impacto da População Afrodescendente no Desenvolvimento da Economia” e “Apresentação de Empreendimentos Bem Sucedidos no Comando de Empresários Afrodescendentes”, fazem parte da programação do seminário.

As palestras serão ministradas por especialistas na área de gêneros e etnias e por especialistas na área comercial. O cineasta, produtor de comunicação, consultor internacional e secretário de imprensa americano Howard Anthony Regusters e a perita em desenvolvimento social, formuladora de projetos sociais na América Latina e consultora do Banco Mundial Alison Claire Moses de Washington DC, também serão palestrantes nesta edição.
O evento é aberto ao público e os interessados em participar devem se inscrever através do telefone da CONE: (11) 3113-9745.

Serviço:

“Seminário Internacional de Desenvolvimento Econômico Para Afrodescendentes no Município de São Paulo”

Abertura do Seminário: Dia 03 de setembro
Horário de credenciamento: 9h30
Local: Câmara Municipal de São Paulo – Auditório Prestes Maia
Endereço: Viaduto Jacareí, 100.

Programação:

9h30 – CREDENCIAMENTO

10h – Abertura
11h – Conferência Internacional:

Sobre a Terra Prometida – O Movimento Negro Americano e a Construção de Estratégias para o fortalecimento econômico dos afroamericanos e das mulheres negras.
Reflexões sobre a Mulher Negra nos Estados Unidos e no Caribe – O fortalecimento da Autonomia Econômica e Social no Século XXI.

Data: Dias 04, 05 e 06 de setembro
Local: Associação Comercial de São Paulo
Endereço: Rua Boa Vista, 51 – 11º andar

Dia 04 de setembro

14h – Palestra: Papel do Poder Público e da Iniciativa Privada no Desenvolvimento Econômico dos Empresários e Empreendedores Afrodescendentes.


15h30 –
Palestra: Impacto da População Afrodescendente no Desenvolvimento da Economia

17h – Palestra: Experiências de Empoderamento Econômico dos Paises Africanos, Estados Unidos e do Brasil.

Dia 05 de setembro

14h – Palestra: Desafios para a Regulamentação do Art.IV- inciso 1 do Estatuto da Igualdade Racial.
15h30 – Palestra: Incorporação dos órgãos de classe patronal e dos micro-empreendedores no Desenvolvimento Econômico dos Afrodescendentes

17h – Palestra: Apresentação de empreendimentos bem sucedidos sob o comando de Empresários Afrodescendentes

Dia 06 de setembro

09h às 14h – Workshop:
Relatório sobre Diáspora e estratégia de fortalecimento de empreendedores afro – brasileiros. Banco Mundial

Fonte: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/participacao_parceria/coordenadorias/cone/noticias/?p=44668

FACIM abre novas perspectivas às empresas moçambicanas

A  edição  2012  da FACIM poderia abrir  perspectivas às empresas de Moçambique ,que  tencionam expandir os  seus negócios nos  planos  interno e africano.

 

De 27 de  Agosto  à 2 de Setembro decorre  em Maputo a quadragésima oitava  edição 2012 da FACIM (Feira Internacional de Moçambique) cujo objectivo é facilitar o encontro entre empresários moçambicanos e internacionais provenientes de  variadas partes  do mundo. Moçambique que nos últimos dez  anos registou uma média anual  de crescimento rondando os 8% , tenciona aproveitar  a ocasião para propulsar  as suas grandes, pequenas e  médias empresas à  escala nacional e africana. O evento  no qual  participam países como a Argentina, Portugal, Botswana, Brasil, Dinamarca,Alemanha,Malawi, África do Sul, Espanha e Tanzânia, reflecte ,segundo os analistas, o interesse crescente dos investidores estrangeiros por Moçambique.

A FACIM serve  também de ponto de encontro para os empresários de Moçambique, que procuram exportar os seus produtos para os  países africanos representados e não só. Consultaria para serviços e para fornecimento de  energia e abastecimento de agua em África, equipamentos agrícolas, produtos farmacêuticos, manufactura e turismo, estão entre a multiplicidade de sectores presentes na  edição 2012 da  FACIM

Em declarações à  RFI,o Ministro do Comércio de Moçambique, Armando Inroga,explicou-nos a  importância do  evento,como terreno de facilitação de negócios para os empresários do seu país.

Fonte:http://www.portugues.rfi.fr/africa/20120827-facim-abre-novas-perspectivas-empresas-mocambicanas

NOUVELLES PROTESTATIONS A LOME, DES ARRESTATIONS

Le député de l’Alliance nationale pour le changement (Anc), Robert Olympio, a été arrêté mardi par les forces de sécurité alors qu’il prenait part à une nouvelle manifestation du Collectif Sauvons le Togo (Cst).

L’attitude ambivalente et apparemment contradictoire du régime – qui ordonne la répression des protestations tout en appelant l’opposition au dialogue – a continué, tout d’abord avec l’annonce de la libération de 119 membres du Cst, puis avec l’arrestation du député.

Des milliers de personnes ont encore répondu mardi à l’appel à manifester à Lomé, lancé ces derniers jours par le Cst, indiquent plusieurs sources, qui souligne le grand militantisme des femmes ayant adhéré à l’initiative.

Le Cst regroupe tant des partis de l’opposition que des mouvements de la société civile et d’anciens membres des forces de l’ordre ; il vient par ailleurs d’être rejoint par le Collectif Y En a Marre, formé d’écrivains, artistes, musiciens et intellectuels. Parmi les dirigeants du Cst se détachent Jean Pierre Fabre, candidat à la dernière présidentielle, et l’ex-Premier ministre et ex-président de l’assemblée nationale, Agbeyome Kodjo. Le Cst revendique des réformes politiques, notamment en matière électorale, ainsi qu’une meilleure gouvernance des ressources publiques. Depuis plusieurs jours, il exige également la démission du président Faure Gnassingbe, dont le mandat est censé expirer en 2015.

Fonte:http://www.misna.org/fr/economie-et-politique/nouvelles-protestations-a-lome-des-arrestations-29-08-2012-813.html

Ethiopian prime minister’s death prompts concern over African regional stability

With the death of Ethiopian Prime Minister Meles Zenawi on Monday there’s some concern that his absence will destabilized the volatile Horn of Africa region. Zenawai, who has ruled Ethiopia since 1991 was a long-time U.S. ally.

(Photo by World Economic Forum via Flickr CC.)

Long-time Ethiopian Prime Minister Meles Zenawi, who died on Monday after a long illness, was a staunch ally of the United States in its war on terror — and a friend to many in Washington.

His death, though not unexpected, is likely to cause concern because of the country’s strategic importance.

Zenawi seized power in 1991 after he helped overthrow General Mengistu Haile Mariam. He was praised by many for his success in revitalizing Ethiopia’s economy, yet at the same time, was criticized for his record on human rights and his failure to allow democracy to flourish in Ethiopia.

But praise for the late prime minister came quickly and was effusive.

Liberian President Ellen Johnson Sirleaf hailed Zenawi as “the intellectual leader for the continent of Africa”

David Shinn, the U.S. Ambassador to Ethiopia from 1996-1999, agreed.

“I think every African leader who dealt with him respected his intellect, and for that reason, for example, he was named as the Africa representative for dealing with climate change,” Shinn said.

Shinn said Zenawi mastered the topic of climate change, as well as nearly every topic that interested him. While he served as prime minister, he earned business degrees from the Open University in London. Shinn said he was reported to have earned the highest score on the written exam ever given by the university.

“That may be apocryphal, I don’t know. But I’ve heard that from people on good authority,” Shinn said.

Shinn said Zenawi’s demeanor was professional and focused.

“He didn’t like to waste time bantering or chit-chatting,” Shinn said. “That was just not his idea of a good time. And as a result, if anything, he exemplified a very high intelligence. He was an exceedingly bright person.”

Ethiopia, the second-most populous African country in the African continent is poor and landlocked. It borders six other nations — all of which have varying problems that tend to move across their borders.

Both the Bush and Obama administrations respected Zenawi because of his views on counterterrorism in the Horn of Africa region. The U.S. collaborated with Ethiopia on terrorism, as well as threats from Sudan and Somalia.

But those accomplishments didn’t overshadow all the criticism. During elections held two years ago, a bullish Zenawi rejected allegations voters had been intimidated. Zenawi’s policies on issues of human rights abuses, freedom of the press and the slow pace of democratization in the country, were also criticized. Rightly so, Shinn said.

“But in terms of his impact on the continent, it was enormous,” he said.

Zenawi’s death may have an impact on regional security, which Shinn said is perhaps the reason for greatest concern about the nation’s future.

Another concern, though, is who will be Zenawi’s successor?

“My guess is, that since we now know that Meles has had this illness for an extended period of time and probably knew that he wasn’t long for this world, if you look back now in retrospect at what he has done in the last several years, he has been moving younger people into leadership positions in his ruling government party,” Shinn said.

That includes Hailemariam Desalegn, the deputy prime minister who was recently named the temporary prime pinister.

“I have no idea whether Hailemariam will remain Prime Minister over an extended period of time,” Shinn said, “but I think this is all part of a succession process that Meles has been working on quietly behind the scenes for several years, unbeknownst to most of us. So I think there will be a peaceful succession. I think people are going to be surprised at how stable Ethiopia is going to be in the coming months.”

Shinn said it’s unlikely there will be a lengthy mourning period in Ethiopia.

“Meles was not a person who was loved, he was a person who was respected. There will be a desire to respect him as the leader over the last 21 years, and for being the leader who overthrew the previous Mengistu government, but he wasn’t a greatly beloved figure,” Shinn said. “He wasn’t really personable. He didn’t mingle among the people. So it’s going to be a quiet end, but I think a respectable end.”

Fonte:http://www.pri.org/stories/world/africa/ethiopian-prime-minister-s-death-prompts-concern-over-african-regional-stability.html

Quinto encontro nacional da juventude e população na capital da Guiné-Bissau

Desde a passada quinta-feira e ainda até ao dia 29 de Agosto, decorre em Bissau o quinto encontro nacional da juventude e população, um evento promovido pelo Fórum Nacional da Juventude e População com o apoio do FNUAP, Fundo das Nações Unidas para a População.

Durante este encontro no qual têm participado mais de 100 jovens de todo o país têm sido essencialmente debatidas as temáticas da prevenção das doenças sexualmente transmissíveis e do planeamento familiar entre os jovens na Guiné-Bissau.

Do ponto de vista de Silvino Mendonça, dirigente do Fórum Nacional da Juventude e População, estas duas problemáticas merecem atenção. Citando dados oficiais, este responsável destaca que a taxa de prevalência de doenças sexualmente transmissíveis (incluindo a sida) é de 7% entre os jovens dos 15 aos 24 anos de idade. Silvino Mendonça refere por outro lado que, de acordo com inquéritos recentes, a taxa de gravidezes indesejadas é alta no país, designadamente entre as jovens ainda menores de idade.

Neste sentido, este responsável refere que a sua organização tem conduzido uma acção de sensibilização junto da juventude Guineense a favor de relações sexuais protegidas no intuito de combater esses dois fenómenos. Por outro lado, em declarações à RFI, Silvino Mendonça não deixa igualmente de expressar a sua preocupação face à presença de militares estrangeiros no país que a seu ver poderia ser factor de um aumento do número de infecções por doenças sexualmente transmissíveis na Guiné-Bissau.

Fonte:http://www.portugues.rfi.fr/africa/20120827-quinto-encontro-nacional-da-juventude-e-populacao-na-capital-da-guine-bissau

Professores participam da Oficina de Formação e Cooperação Internacional

Durante dois dias, professores da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) se debruçam sobre o tema Cooperação Internacional para refletir sobre suas práticas no processo de cooperação educacional e acadêmica e quais os caminhos e perspectivas para o futuro da Universidade. O amplo debate faz parte da Oficina de Formação e Cooperação Internacional que tem como facilitadoras as pesquisadores Luara Lopes e Bianca Suyama, do Articulação SUL – Centro de Estudos e Articulação da Cooperação Sul-Sul, organização de referência que promove o diálogo entre práticas, pesquisa e políticas públicas sobre Cooperação Internacional para o Desenvolvimento no Brasil. A oficina teve início nesta sexta-feira (24) e segue até sábado (25).

A pró-reitora de Relações Institucionais, Selma Pantoja, explica que uma das propostas da Oficina foi promover o debate com os professores da Unilab sobre a construção da própria Pró-Reitoria de Relações Institucionais (Proinst) e de sua relação com esses docentes. “A ideia é que sejam definidas diretrizes internamente que permitam que a cooperação internacional esteja dentro da prática de toda a Universidade”, explica.

Bianca Suyama afirma que a dinâmica da Oficina de Formação e Cooperação Internacional foi montada a partir de uma demanda da Unilab de fomentar uma política de formação continuada para os docentes. Ao longo da Oficina, também serão debatidos os conceitos estruturantes das diretrizes da Unilab na cooperação internacional. “As possibilidades da Unilab com relação à cooperação internacional são infinitas. Esse processo é de mão dupla, a gente ensina e aprende”, diz.

No primeiro dia da Oficina, pela manhã, foram apresentados os principais marcos históricos, políticos e teóricos da cooperação internacional para o desenvolvimento. À tarde, serão realizados os debates sobre “O Brasil na Cooperação Internacional para o Desenvolvimento”, a criação da Proinst e o conceito de cooperação solidária. No sábado (25), Luara Lopes explica que haverá um debate sobre cooperação educacional e acadêmica e será feita uma reflexão sobre de que forma a Unilab tem executado a cooperação internacional e projetados planos para o futuro.

A professora do Curso de Enfermagem Rafaella Pessoa diz que a sua expectativa com relação à Oficina de Formação e Cooperação Internacional tem um foco mais direcionado ao seu campo de atuação. Para ela, a cooperação internacional é uma forma de entender melhor como é a Saúde Pública nos países do alunos estrangeiros da Unilab. “A partir do nosso conhecimento da cultura deles, de como eles lidam com a saúde, podemos ensinar melhor, respeitando a realidade deles e a inserindo nas nossas aulas”, diz.

O professor e pesquisador da Área de Sociologia Bas´Ilele Malomalo defende que a Unilab implemente em suas ações acadêmicas o conceito da cooperação internacional solidária. “Essa cooperação é pautada em princípios como o reconhecimento do outro, na troca, no diálogo baseado nos princípios democráticos e éticos visando o desenvolvimento do bem-estar dos agentes envolvidos”, avalia. Segundo ele, essa cooperação ocorre dentro da própria sala de aula quando o professor reconhece as diferenças dos alunos, respeitando-as e valorizando-as. “Minha postura dentro da sala de aula passa pela convivência com a diversidade, por reconhecer no aluno um outro diferente de mim, valorizar esse outro e sua cultura. Assim a gente caminha junto”, diz. Segundo ele, a cooperação acadêmica também pressupõe mobilidade quando possibilita o trânsito de professores entre diferentes países. “Eu aprendo com esse professor e também ensino, então a gente constrói junto um conhecimento coletivo e o bem-estar da nossa comunidade e da humanidade”, diz.

Fonte:http://www.unilab.edu.br/noticias/2012/08/24/professores-participam-da-oficina-de-formacao-e-cooperacao-internacional/

Ciclo de Palestras: Migração e Mobilidade Africanas Contemporâneas

Realização: Casa das Áfricas / IDDAB

Apoios: Fórum África, Metuia-USP e CECAFRO-PUC

Palestrantes:

Alex Vargem – IDDAB

Bas’ilele Malomalo – IDDAB

Paulo Illes – CEDHIC

Local:

Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia PUC-SP

Rua Marquês de Paranaguá, 111, Consolação
Sala 20, prédio 2
(esquina Rua Augusta)

Horário: 19-22hs

Informações: casadasafricas@gmail.com
www.casadasafricas.org.br

 

 

 

São Tomé e Príncipe poderá beneficiar de Fundo Verde

Começou esta quinta-feira, em Genebra, na Suíça, o primeiro conselho do Fundo Verde das Nações Unidas criado em 2011 para ajudar financeiramente os países em vias de desenvolvimento a lidar com os impactos das alterações climáticas.São Tomé e Príncipe poderá vir a beneficiar deste fundo.

Fundo Verde, criado em 2011 durante a Cimeira de Durban, viu esta quinta-feira pela primeira vez reunido o seu conselho executivo que avaliará, até sábado, as candidaturas a sede do organismo. Alemanha, México, Polónia, Coreia do Sul, Suíça e Namíbia disputam a sede do Fundo Verde, com destaque para uma candidatura africana.

Por agora levar-se-á somente a cabo uma avaliação prévia das candidaturas e criar-se-á um comité encarregado de, provavelmente em Outubro, recomendar um país anfitrião ao conselho. Se este aceitar a recomendação, o país de acolhimento será oficialmente designado em Novembro de 2012 durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a realizar no Qatar.

Com temática coincidente, realizou-se esta semana em São Tomé e Príncipe o seminário internacional “Alterações Climáticas e suas repercussões sócio-ambientais”. A insularidade do país, que o expõe de forma mais premente às alterações climáticas, foi a nota dominante dos debates.

Arlindo de Carvalho, Director-Geral do Ambiente no Ministério das Infraestruturas, Recursos Naturais e Ambiente de São Tomé e Príncipe, sublinha a importância do Fundo Verde ao qual o país terá necessidade de recorrer.

Fonte:http://www.portugues.rfi.fr/africa/20120823-sao-tome-e-principe-podera-beneficiar-de-fundo-verde-da-onu

Mina sul-africana em busca de normalização

Nesta terça-feira, a tensão foi menor na mina sul-africana de Marikana, cinco dias após o massacre policial de 34 mineiros. Sob pressão política, a exploradora Lomnin renunciou ao ultimato de despedir os mineiros que continuaram em greve. A Ministra do Trabalho de Moçambique já não se reunirá com os mineiros moçambicanos.

3000 mineiros continuam à espera de concessões salariais. REUTERS

Depois de ter ameaçado com o despedimento os mineiros que continuassem, nesta terça-feira, a sua acção grevista, a Lomnin recuou nos seus propósitos. Sob pressão do presidente sul-africano Jacob Zuma, a empresa exploradora da mina de Marikana desistiu de sancionar os grevistas que se ausentem durante a semana de luto nacional encetada esta segunda-feira.

Dos cerca de 28 mil trabalhadores, três mil continuaram a reinvidicar aumentos salariais e pretendem fazê-lo até verem as suas exigências satisfeitas. Não se registam por ora sinais de concessões da parte da Lonmin.

A intervenção em hora de urgência da parte do poder político não deixou de gerar polémica dado que as tensões sociais que abalam a indústria mineira já vêm de alguns meses a esta parte. O ex-líder da juventude do Congresso Nacional Africano (ANC), Julius Malema, solidarizou-se com a luta mineira e abriu um processo contra a polícia sul-africana.

Finalmente, a Ministra moçambicana do Trabalho, Maria Helena Taipo, já não se deslocará à África Sul para se reunir com os mineiros moçambicanos pois tal poderia ser interpretado por Pretória como uma ingerência nos seus assuntos internos.

Fonte:http://www.portugues.rfi.fr/africa/20120821-tensao-baixa-apos-massacre-de-mineiros-na-africa-do-sul

Mali anuncia novo governo de união

A imprensa estatal do Mali anunciou nesta segunda-feira a formação de um novo governo de união, cinco meses após o presidente eleito democraticamente ter sido deposto em um golpe militar.

O novo governo tem 31 ministros, cinco deles considerados próximos ao líder do golpe de março, capitão Amadou Sanogo.

O líder do governo interino, Cheick Modibo Diarra, deverá permanecer no cargo de primeiro-ministro.

Líderes africanos vinham exigindo que o Mali forme um governo de união.

Desde o golpe, rebeldes islâmicos vêm consolidando seu poder sobre o norte do país.

Tentativas de impor uma visão radical da lei Sharia, incluindo o apedrejamento de um casal e a amputação da mão de um ladrão, têm aumentado o temor de que a região se torne um santuário para radicais islâmicos.

Fonte:http://www.bbc.co.uk/portuguese/ultimas_noticias/2012/08/120820_mali_governo_ac_rn.shtml

Centro de Estudos Africanos

PROXIMOS EVENTOS

Seminário Internacional CEA/USP: A pesquisa na Universidade Africana no contexto da globalização e interface com o Brasil: perspectivas epistemológicas emergentes, novos horizontes temáticos, desafios”de 03 a 05 de setembroOficina de prática de escrita criativa com personagens afro-brasileiros. Prof. André Bueno

Av. Prof. Luciano Gualberto, 315 -s. 1087 – Cidade Universitária São Paulo – S.P. – Brasil
CEP: 05508-900
Tel: 5511-3091-3744 Fax: 5511-3032-9416
cea@usp.br

Fonte:http://www.cea.fflch.usp.br/node/3

Haitian migrants wait in Peruvian border town for chance to enter Brazil

Haitian immigrants wait to receive food at a shelter in Inapari, a Peruvian town that borders Brazil. (Photo by Mariana Bazo/Reuters.)

Thousands of Haitians left their country in the aftermath of the 2010 earthquake. While many fled to the United States, others made the arduous journey south to Brazil. But after letting in more than 4,000 Haitian migrants, Brazil has toughened its immigration policy. Meanwhile, hundreds more wait at its border for the chance to get in.

Just after dawn in the Peruvian town of Inapari, a few Haitians prayed by the Acre River in the Amazon. They shared a book called “Songs of Hope.”

Ahead of them, just past the muddy river, stretches Brazil.

“This is our problem,” said Wisnel Amisial, one of 100 Haitians stuck in this quiet border town. “Brazil still hasn’t accepted us, still hasn’t given us visas. But we are still waiting, with hope.”

Amisial says life in Haiti is hard. He’s traveled through four countries to get here. More than 4,000 Haitians have moved to Brazil since the devastating earthquake there in January 2010.

Brazil is now the world’s sixth largest economy, and it’s struggling to create an immigration policy. It’s been alternately closing and opening its borders to Haitians as it tries to balance humanitarian concerns with a selective approach to migrants.

Meanwhile, hundreds of Haitians wait on the border.

“We came here more than two months ago,” Amisial said. “But we don’t like it here. We do not live well here.”

Most of the Haitians in Inapari are bunking in an empty government building.

“This is the house where we live,” said Junior Saint Jean.

It’s a few bare rooms where the migrants sleep in rows on the floor. Rice and bananas cook over a fire in the overgrown yard.

The Haitians say they paid smugglers more than $3,000 to get here. They were promised it would be easy to go to Brazil once they arrived. Now, they tell relatives not to come.

“Because in the 21st century, human beings shouldn’t live like this,” Saint Jean said. “I know what rights human beings have.”

Damiao Borges, an official for a government-run human rights agency, shows up to check on the migrants. He asks how the migrants are doing. Saint Jean tells him they feel desperate.

“The government of Brazil doesn’t want to let them come in anymore,” Borges said. “This is a big problem.”

In January, Brazil announced it would only admit 100 Haitians and that they had to fly directly from Port-Au-Prince, Haiti’s capital. The idea was to attract more professionals and fewer unskilled immigrants, and to discourage people from taking the dangerous land journey.

But Haitians kept showing up.

“After that, Brazil let many more come in,” Borges said.

He said 130 more showed up. They were stuck at the border until Brazil relented and let them in. Now, there are 102 more Haitians waiting for their chance.

It’s unclear whether Brazil’s government will make another exception for this group. Saint Jean and the others say they’re hungry and depressed, and long to start their new lives.

“I want to work and finish my studies,” Saint Jean said. “I don’t want my daughter to go through what I’ve been through. That’s why I want to make a lot of sacrifices so she doesn’t have to suffer like I have.”

Some say letting Haitians work in richer countries could be the best way to help their country rebuild. The World Bank estimates the Haitian diaspora, mostly in the United States, sent home $1.5 billion in 2010. That’s more than what the U.S. has contributed in post-quake aid.

And Brazil needs Haitian workers, Borges said.

“As soon as they arrive, the companies are calling me,” he said. “They call me from Sao Paolo, from Rio, and I send them everywhere. There’s work for everyone.”

There are jobs to prepare for the World Cup in 2014. But work isn’t the only draw for the Haitians. Brazil has a large black and racially mixed population. Saint Jean says they won’t have to deal with the kind of racism they’ve come across in Peru.

“Last night there was a soccer game and we went to watch it on TV at a restaurant,” he said. “When the owner saw five or six of us Haitians, she turned off the TV. That made me very sad.”

Saint Jean’s friend, a fellow Haitian, says the sadness wasn’t just about the bigotry — they also missed a really good game.

“We all know that our country’s favorite soccer team is Brazil,” the man said.

Inapari Mayor Celso Curi says Brazil’s mixed message has become a burden for his town of 1,200. Every time Brazil closes its border, the town’s population swells with Haitians. When they’re allowed to cross, more take their place.

“The first time we gave them food and shelter, and the second time too,” he said. “But you can’t help forever. We need to focus on other things.”

Water only runs in Inapari three hours a day. In the evening, many Haitians bath in the Acre River, in the middle of the border that separates them from Brazil. For a few moments, this border seems like just another river.

Fonte:http://www.pri.org/stories/stories/world/haitian-migrants-wait-in-peruvian-border-town-for-chance-to-enter-brazil-11155.html

Autoridades moçambicanas condicionam marcha dos Povos da SADC

As autoridades moçambicanas colocaram entraves à marcha de solidariedade dos Povos da SADC que desfilou esta quinta-feira em Maputo. A organização denuncia uma tentativa de marginalização do evento e uma falta de respeito pelo povo moçambicano.

Grupo de trabalho no fórum dos Povos da SADC 2012 que decorreu entre 13 e 15 de Agosto na província de Maputo http://sadcpeoplessummit.org/

O Conselho Municipal de Maputo, a polícia da República de Moçambique e a Defesa Nacional ditaram uma rota que, segundo a organização da cimeira dos povos da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), ditou uma marginalização da acção que ocorreu hoje na capital do país.

Tendo como ponto de partida a Praça Robert Mugabe, a marcha percorreu a Avenida Marginal até ao Centro de Conferências Joaquim Chissano, o que foi considerado um percurso que não favoreceu a visibilidade da manifestação face à população de Maputo.

João Palape, porta-voz da União Nacional dos Camponeses (UNAC), associação moçambicana anfitriã do evento, considera que o governo não respeitou o seu próprio povo.

Fonte:http://www.portugues.rfi.fr/africa/20120816-autoridades-mocambicanas-condicionam-marcha-dos-povos-da-sadc

Angola debate diferendo fronteiriço com a RDC

Angola e RDC partilham fronteira marítima rica em petróleo
R E M I/Flickr

Angola e República Democrática do Congo (RDC) anunciaram, esta segunda-feira, a criação de uma comissão mista para avaliar a cooperação bilateral. O diferendo quanto à exploração petrolífera angolana na fronteira com a RDC será um dos assuntos a resolver.

Uma comissão mista Angola/República Democrática do Congo será brevemente criada com o objectivo de analisar, entre outros aspectos, a cooperação bilateral entre os dois países.

O ministro angolano das Relações Exteriores, Georges Chikoti, anunciou, em Luanda, a criação dessa comissão no final de uma reunião com o vice-ministro da Cooperação e dos Negócios Estrangeiros da República Democrática do Congo, Dismas Magbeng h Monzia.

Relativamente ao diferendo sobre a fronteira marítima comum rica em petróleo, o diplomata angolano referiu que os dois Estados já estão de acordo relativamente à criação de uma equipa para o efeito.

O encontro entre o ministro Georges Chikoti e o vice-ministro Dismas Magbeng  Monzia surgiu no âmbito da 2ª Sessão Extraordinária do Conselho de Ministros da Comissão do Golfo da Guiné, realizado este fim-de-semana, em Luanda.

Fonte:http://www.portugues.rfi.fr/africa/20120814-angola-debate-diferendo-fronteirico-com-rdc

Guiné-Bissau participa na cimeira dos países islâmicos

Serifo Nhamadjo viajou, esta segunda-feira, para a Arábia Saudita. Onde vai participar na cimeira extraordinária dos países islâmicos. Em debate vai estar, entre outros assuntos, a questão da Síria. Trata-se da primeira deslocação de Nhamadjo a um país fora do continente africano.

Serifo Nhamadjo, Presidente de transição da Guiné-Bissau

DR

Serifo Nhamadjo, Presidente de transição da Guiné-Bissau, viajou hoje para a Arábia Saudita. Entre amanhã e quarta-feira vai participar na cimeira extraordinária dos países islâmicos. Em debate, na cidade de Meca, vai estar, entre outros assuntos, a questão da Síria.

O presidente de transição da Guiné-Bissau, à saída do país, sublinhou que vai aproveitar o momento para apresentar o ponto de vista de Bissau sobre os assuntos em debate, mas também falar da situação do estado que governa.

Faustino Imbali, ministro guineense dos Negócios Estrangeiros e Abubacar Demba Dahaba, ministro das Finanças da Guiné-Bissau, também marcam presença na cimeira islâmica.

Noutro plano, o governo guineense de transição recebeu uma proposta alternativa para o controlo das águas territoriais. Um sistema dispendioso, mas que vai permitir ao país monitorar os navios que pescam nas águas nacionais.

De acordo com o ministro da Presidência e porta-voz do Governo de transição, Fernando Vaz, o serviço de fiscalização marítima é necessário para o seu país.

Fonte:http://www.portugues.rfi.fr/africa/20120813-guine-bissau-participa-na-cimeira-dos-paises-islamicos

Guiné-Bissau procura pôr cobro a isolamento

O Ministro das Finanças de transição da Guiné-Bissau, Abubacar Demba Dahaba, solicitou nesta quinta-feira à comunidade internacional o desbloqueio da ajuda económico-financeira ao desenvolvimento do país. Agnelo Regala, líder da União para a Mudança, defende que a saída do isolamento passa pelo retorno a alguma legalidade constitucional.

Demba Dahaba, Ministro das Finanças de transição, lançou um apelo às instituições económico-financeiras internacionais no sentido de ser levantado o bloqueio da ajuda ao desenvolvimento económico do país. Agências internacionais como o Banco Mundial congelaram as ajudas concedidas à Guiné-Bissau após a ruptura da ordem constitucional criada pelo golpe de estado de 12 de Abril.

Em declarações recolhidas pelo nosso correspondente em Bissau, Mussa Baldé, o responsável pela pasta das finanças sublinha que a ajuda aos projectos da luta contra a pobreza deve ser assegurada pois quem dela beneficia é a população.

Face ao isolamento a que a Guiné-Bissau tem sido votada, Agnelo Regala, líder da União para a Mudança, defende que é necessário dar sinais fortes à comunidade internacional de vontade do poder actual em voltar a alguma legalidade constitucional.

Para o devido efeito a União para a Mudança propôs ao Presidente de transição, Serifo Nhamadjo, que se proceda à nomeação de novas autoridades políticas e que estas sejas oriundas da bancada parlamentar maioritória, ou seja, do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo-Verde (PAIGC).

Os detalhes desta proposta foram enunciados pelo próprio Agnelo Regala em entrevista a Miguel Martins.

CDHIC inicia curso de Português & Formação Política para imigrantes

Faça download do formulário de inscrição Preencha e entregue no CDHIC

Uma boa notícia está chamando a atenção de imigrantes de todas as idades e todas as nacionalidades! É o curso de idioma Português e Formação Política que terá início no próximo dia 1º. de setembro, às 15h, na sede do CDHIC – Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante.

O curso é voltado para pessoas que pretendem conhecer e praticar o idioma Português, principalmente redação, leitura (instrumental) e conversação.

O primeiro módulo é básico e terá duração de 30 horas, com aulas aos sábados, das 15h às 19h.

Durante o curso, os alunos terão acesso também aulas e palestras de temas de Formação Política, tais como textos sobre Direitos, Cidadania, Movimentos Sociais e atualidades sobre América Latina, Unasul, Mercosul, África, além de oficinas sobre História do Brasil, com professores(as) voluntários(as).

Para participar é necessário comparecer na Rua Bernardo Magalhões, 203 – Tatuapé (local do curso) e preencher uma Ficha de Inscrição.

O número de vagas é limitado. Serão somente 40 vagas na primeira turma. As inscrições podem ser feitas de segunda a quinta-feira, das 10h às 16h. Será cobrado uma contribuição única de R$25,00 para gastos com lanches.

Segundo Wilbert Rivas, membro do CDHIC, a coordenação do curso tem intenção de garantir Certificado aos participantes e incentivar a preparação para o Exame de Proficiência em Língua Portuguesa, que permite ao imigrante abrir novas portas para sua vida profissional. “Queremos formar uma turma que enfrente os desafios do dia a dia, que possa compreender e se integrar a sociedade brasileira por meio de aceso ao trabalho digno, educação e também tenha consciência política” – disse.

Wilbert informa ainda que o CDHIC está precisando de voluntários para ajudar no Curso, principalmente como professores de Português para imigrantes que falam espanhol ao menos uma vez a cada 15 dias. Interessados em desenvolver esse trabalho voluntário podem fazer contato pelo e-mail  secretaria.cdhic@gmail.com ou pelo telefone (11) 2384-2275 .

Faça download do formulário de inscrição Preencha e entregue no CDHIC

Curso de Português & Formação Política para Imigrantes

Realização: CDHIC

Inscrição: de 01 a 24 de agosto (de segunda a quinta)

Local: Rua Bernardo Magalhães, 203 – Tatuapé

Valor:  parcela única de R$ 25,00.

Vagas: 40

Início: 1º. de setembro de 2012

Horário do curso: aos sábados, das 15h às 19h

Fonte:http://www.cdhic.org.br/v01/?p=1364

Comité África da Internacional Socialista em Cabo Verde

Comité África da Internacional Socialista em Cabo Verde

José Maria Neves, Primeiro-Ministro de Cabo Verde

José Maria Neves, Primeiro-Ministro de Cabo Verde

Expresso das Ilhas

A Cidade da Praia acolhe esta segunda e terça-feira a reunião do Comité África da Internacional Socialista. Esta é a terceira vez que este Comité se reúne em Cabo Verde desde os encontros de 2000 e 2006, esta nova reunião sendo um encontro preparatório do 24° Congresso da Organização na Cidade do Cabo na África do Sul entre o 31 de Agosto e o 1 de Setembro.

No centro dos debates têm estado os efeitos dos conflitos político-militares na região e a crise internacional na economia Africana. Este último aspecto foi assinalado no discurso do Primeiro-Ministro e Presidente do PAICV José Maria Neves que presidiu a cerimónia de abertura.

No seu pronunciamento, José Maria Neves voltou igualmente a condenar as situações vigentes no Mali bem como na Guiné-Bissau. No mesmo sentido, o Secretário-Geral da Internacional Socialista, o Chileno Luis Ayala bem como o Secretário-Geral do Partido Socialista Português, António José Seguro, defenderam igualmente a reposição do Estado de Direito na Guiné-Bissau.

Fonte: http://www.portugues.rfi.fr/africa/20120730-comite-africa-da-internacional-socialista-em-cabo-verde

Hillary Clinton parlera d’économie en Afrique du Sud

Hillary Clinton parlera d’économie en Afrique du Sud

Hillary Clinton doit rester trois jours en Afrique du Sud.

Hillary Clinton doit rester trois jours en Afrique du Sud.

REUTERS/Jacquelyn Martin/Pool
Par RFI

Hillary Clinton poursuit sa tournée africaine. Hier, dimanche 5 août, la responsable de la diplomatie américaine était au Malawi. Elle a félicité Joyce Banda, une des deux seules femmes à diriger un Etat africain, pour avoir sauvé ce pays d’une crise économique. Les Etats-Unis ont d’ailleurs annoncé en juin 2012 leur intention de rétablir une aide de 350 millions au secteur énergétique du Malawi. Mme Clinton est maintenant en Afrique du Sud où elle doit rester trois jours.

En Afrique du Sud, Hillary Clinton va d’abord rencontrer Nelson Mandela. La secrétaire d’Etat américaine doit se rendre aujourd’hui à Qunu pour lui rendre visite. Mais lors de l’étape sud-africaine de la tournée de la secrétaire d’Etat, il s’agit aussi de renforcer le partenariat économique entre les deux pays. L’Afrique du Sud est le premier marché africain pour les produits américains.

Des hommes d’affaires représentant Wal-Mart, Boeing, Chevron et d’autres grandes entreprises américaines sont présents pendant les trois jours de la visite. Ils doivent rencontrer les acteurs économiques sud-africains à Johannesburg, à Pretoria et au Cap.

Sur le plan diplomatique, Hillary Clinton va s’entretenir demain avec Maité Nkoana-Mashabane, son homologue sud-africaine. Au menu des discussions, il y aura très certainement le dossier iranien. Sous pression des Etats-Unis, Pretoria a renoncé un temps au pétrole brut venu d’Iran, pour éviter des sanctions économiques américaines. Mais, il y a quelques jours, la ministre sud-africaine de l’Energie a assuré que le pays ne peut pas se permettre de se passer de cette source d’approvisionnement, le brut iranien représentant un quart des importations du pays.

Fonte: http://www.rfi.fr/afrique/20120806-hillary-clinton-parlera-economie-afrique-sud-etats-unis-mandela-malawi

Africa, the next chapter

Para escutar:http://www.npr.org/2012/06/29/155904209/africa-the-next-chapter

TED team member Emeka Okafor guides us through three TEDTalks on some evolving views (and misconceptions) of the African continent — from outside and in.

About Ory Okolloh’s Talk

Andrew Heavens/TED

“We talk about African governments like they’ve been dropped from Mars, you know? They come from us.” — Ory Okolloh

In her talk, On Becoming An Activist, Ory Okolloh tells the story of her life and her family — and how she came to do her heroic work reporting on the doings of Kenya’s parliament.

About Ory Okolloh

Ory Okolloh is a blogger and open-government activist. She runs Mzalendo, a pioneering civic website that tracks the performance of Kenya’s parliament and its parliamentarians. Okolloh is part of a wave of young Africans who are using the power of blogging, SMS and Web-enabled openness to push their countries forward and help Africans to connect.

About Chimamanda Adichie’s Talk

Andrew Heavens/TED

The single story creates stereotypes, and the problem with stereotypes is not that they are untrue, but that they are incomplete. They make one story become the only story.” — Chimamanda Adichie

In her talk, The Danger Of A Single Story, novelist Chimamanda Adichie tells the story of how she found her authentic cultural voice — and warns that if we hear only a single story about another person or country, we risk a critical misunderstanding.

About Chimamanda Adichie

In Nigeria, Chimamanda Adichie’s novel Half of a Yellow Sun has helped inspire new, cross-generational communication about the Biafran War. In this and in her other works, she seeks to instill dignity into the finest details of each character, whether poor, middle-class or rich, exposing the deep scars of colonialism in the African landscape along the way.

About Eleni Gabre-Madhin’s Talk

Andrew Heavens/TED

“African agriculture today is among, or is, the most under-capitalized in the world. Only 7 percent of arable land in Africa is irrigated, compared to 40 percent in Asia.” — Eleni Gabre-Madhin

In her talk, On Ethiopian Economics, economist Eleni Gabre-Madhin outlines her ambitious vision to found the first commodities market in Ethiopia. Her plan would create wealth, minimize risk for farmers, and turn the world’s largest recipient of food aid into a regional food basket.

About Eleni Gabre-Madhin

Economist Eleni Gabre-Madhin has ambitious vision — to found the first commodities market in Ethiopia, bringing rates and standards to the trade of crops. The director of the International Food Policy Research Institute, Madhin studies market reforms, market institutions and structural transformation in Africa.

About TED Team Member Emeka Okafor

Andrew Heavens/TED

We had to unveil an Africa that wasn’t that well known to … a number of audiences.” — Emeka Okafor

Emeka Okafor is an entrepreneur and venture catalyst who lives in New York City. He is the curator of Maker Faire Africa. He was the director for TED Global 2007 that took place in Arusha,Tanzania, and is a member of the TED fellowship team. His interests include sustainable technologies in the developing world and paradigm-breaking technologies in general. His blog, Timbuktu Chronicles, seeks to spur dialogue in areas of entrepreneurship, technology and the scientific method as it impacts Africa.

Fonte:http://www.npr.org/2012/06/29/155906577/can-we-build-a-better-understanding-of-africa ; http://www.npr.org/2012/06/29/155904209/africa-the-next-chapter

“2016 deve ser o ano da migração e do multilateralismo”

“2016 deve ser o ano da migração e do multilateralismo”

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Afirmação é do representante especial do secretário-geral da ONU para Migração Internacional; Segundo Peter Sutherland, o mundo está enfrentando uma crise política, econômica, moral e social intimamente ligada” à questão migratória.

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York.

O representante especial do secretário-geral da ONU para Migração Internacional, Peter Sutherland, afirmou nesta sexta-feira, em Genebra,  “este é o ano da migração e do multilateralismo”.

Segundo Sutherland, “se não for, deveria, pois o mundo está enfrentando uma crise política, econômica, moral e social intimamente ligada” à questão migratória.

Benefícios

O representante especial declarou que migrantes trazem benefícios significativos às comunidades que os abrigam.

Ele ressaltou ainda que “os 10 países com menor crescimento populacional no mundo estão na Europa”.

Refugiados

Sutherland destacou que o Líbano, a Jordânia e a Turquia estão abrigando uma “enorme proporção da população global de refugiados”.

Ele lembrou que “mais de 2 milhões estão na Turquia, onde o primeiro-ministro confirmou a intenção de conceder permissões de trabalho” .

Nesta sexta-feira, a Organização Internacional para Migrações, OIM, alertou que 374 pessoas morreram neste ano tentando atravessar o Mar Mediterrâneo.

Segundo a agência parceira da ONU, entre 1º de janeiro e 4 de fevereiro 74.676 migrantes e refugiados chegaram à Europa em embarcações que saíram da África ou do Oriente Médio.

Fonte: http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2016/02/2016-deve-ser-o-ano-da-migracao-e-do-multilateralismo/#.VrpoAvkrLIU